domingo, 23 de março de 2008

Um bolo doido no "Sábado de Aleluia"


Nina, Helen, Bruno, Rogéria e Amália

Já é uma tradição no "Sábado de Aleluia". Os Fenômenos se reúnem em algum churrasco depois de quarenta dias bem quietinhos. Pra variar, a Nina, a Helen e a Rogéria ficaram todo o período da quaresma sem beber nadinha de álcool e Vasconcelos atacou de ficar sem o vício em refrigerante mesmo. Bruno não fez foi nada!!! Para ele, quaresma ficou só no nome mesmo.

O local era a casa de uma amiga no Lago Norte. Com uma hora de atraso , lá vai o Bruno, a Helen e a Júlia passar no Pão de Açúcar pra comprar cerveja e encontrar a Nina no estacionamento... Liga daqui, acena dali... Enfim, seguimos em direção ao evento. Claro que o Bruno tinha que dar um show básico e errar o caminho. Um entra e sai de ruas maluco! Nem parecia que estávamos em Brasília. Quando conseguimos chegar, a galera já estava "trabalhando". E sem muita demora, os Fenômenos foram comemorar o reencontro com os amigos. Bebe daqui, come dali... Tudo seguia bem até a dona da casa chamar a mulherada para um brinde especial, no buteco da residência, longe dos rapazes.

O problema de brindar em churrasco de amigos é que todo mundo quer falar. Impressionante! Não basta a anfitriã fazer o discurso, todas as pessoas precisam falar, gritar, bater palmas, abraçar e beber, é claro. No nosso caso, todas as mulheres falaram. Pensa! Um discursinho de minutos, olhos marejados e tome viradão de Ballantine’s. (Urgh!!!) A Nina e a Júlia fugiram logo na segunda dose, deixando a Helen e a Rogéria encarar mais algumas. Os homens estavam lá fora numa mega discussão futebolística. Nem repararam no retorno "animado" da mulherada.

Depois da misturada etílica, resolvemos convocar o Vasco para um showzinho acústico. O funcionário Jones ia cantando, se matando para atender a todos os gostos (o que não é fácil), enquanto a namorada ia atacando de segunda voz, dançarina e até ajudando a tocar o violão. Todo mundo esgoelava feliz até o nosso querido cantor botar a pilha errada (e infeliz) na Helen:

- Vai lá e dá um pulo em cima do Brunão!

Claro que a louca foi! O Bruno estava parado, com a latinha na mão quando veio a Helen e deu um “jump” em cima dele, na tentativa de esboçar um passo de dança ou algo parecido. POFT! Nós só vimos foi o “bolo doido” rolando mesa abaixo. Uma cena inimaginável! A galera ficou parada, pasma, olhando a cena, enquanto o Vasco Jones continuava a tocar como se nada tivesse acontecido e a Nina chorava de tanto rir, sem conseguir ajudar a levantar as pessoas. Quem conhece as figuras sabe que aquilo não poderia ter dado certo.

O resultado foi um banho de cerveja na "bailarina" e um joelho e braço arrebentados do pobre Bruno, que todo descabelado e amarrotado, foi logo pegando outra latinha para esquecer o acontecido. A dona da casa? Dormia feliz numa rede ao lado do acontecido e nem se deu conta de que reunir os Fenômenos... É bafão na certa!



PS: As fotos estarão no Fotoblog em breve.



Mudando de assunto...

Olha aí nossa vencedora do Desafio Fenomenal II

Parabéns, Cássia!!!



quarta-feira, 19 de março de 2008

Quando eu era criança, eu acreditava que...

... Se meus sapatos ficassem virados, uma tragédia aconteceria comigo.

... Se engolisse chiclete, ele grudaria no meu estômago.

... Se apontasse para as estrelas uma verruga nasceria na ponta do meu dedo.

... “Fazia mal” vestir roupa do avesso.

... As pessoas realmente poderiam ter poderes como o de super-heróis. (Eu sonhava em poder voar e ler a mente dos outros).

... Resolveria meus “problemas” fugindo de casa. (Cheguei a colocar todas as minhas Barbies na mochila e fui pra rua. Tudo porque estava de castigo. Acontece que esqueci de ir embora. Fiquei brincando por lá mesmo, bem em frente de casa).



Mudando de assunto...


Ele já está nas lojas!!!


Tá bom! O Dexter é um serial killer, mas não dá para não gostar dele. Pelo menos na série!!! Uma das melhores que eu já vi. Recomendo meeeeeeeeesmo!!!


PS: Antes que alguém venha me acusar de cópia ou algo parecido, a idéia do post surgiu depois que fui apresentada ao blog Quando eu era criança, eu acreditava que...

sábado, 15 de março de 2008

Que tal um Viagra?

Encontrei no Objeto Abjeto

Produtos modernos em anúncios antigos.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Que raiva de gente cretina!

Existem pessoas cretinas no mundo. Daquelas que conseguem despertar os piores sentimentos em você. Raiva, fúria, nojo, angústia, dor...

Tem gente que usa, abusa, faz cara de “tô nem aí” e você que se vire. Viva com isso! Você não pode fazer nada mesmo!

Conheci pessoas assim.

Cheguei ao estágio da agonia, já chorei. Passei pelo estágio da raiva, já quis destruir tudo. Já cheguei aos minutos de palavrões cabeludos, já gritei enfurecida. Agora só resta continuar e achar outro meio de extravasar.


Não vale a pena.

Ainda bem que a vida continua.

Eu não faço parte do mundo dos cretinos mesmo!





Mudando de assunto...

Trailer da continuação de um dos filmes de terror que eu mais gostei. Pena que nao vai pro cinema!!!!



segunda-feira, 10 de março de 2008

Cartola na cabeça

Poucos canais de TV me animam hoje em dia. Todo mundo já sabe do meu vício por séries, mas quando se trata de assistir TV aberta, eu morro de preguiça. Encaro com freqüência alguns programas da TVE, mas odeio com todas as minhas forças BBB ou coisas do gênero. Tudo um lixo! Vou para a TV a cabo mesmo! Fui apresentada ao Canal Brasil faz pouco tempo. Estou gostando muito. Rola uns documentários bem legais e uns programas de qualidade mesmo.

Um dia desses assisti ao documentário “Cartola – Música para os olhos”. Adoro Cartola. Meu pai e o Tesouro também. Vi a propaganda, anotei o dia e deixei no mural. A família inteira se reuniu. Sabe quando você vai vendo, se emocionando e nem percebe o tempo passar? Então! O documentário tem cenas raras, relatos, trechos de filme ... Tudinho de bom!!! Mas nós cometemos o erro (grave) de deixar meu pai ouvir as músicas. Não entendeu? Eu explico.

Paulão adora cantar. Pode ser no chuveiro, na rua, no banco, nas reuniões de família, caminhando...Bobeou, ele já ataca de cantor. E nem é tão desafinado assim. O problema é que ele empaca numa parte só da música e assim vai por uma semana. Não adianta. Pode ouvir outras canções, a gente pode implorar pra mudar de cantor. O homem repete o mesmo trecho por horas e horas. E com a música do mestre Cartola não foi diferente.

Subiram os créditos do filme e meu pai começou...

“Preste atenção querida

De cada amor tu herdarás só o cinismo

Quando notares estás à beira do abismo

Abismo que cavaste com os teus pés”

E está sendo assim até hoje. Ele acorda e começa “Preste atenção...” Não tem quem agüente! O Tesouro perdeu a paciência. Enquanto meu pai se preparava para caminhar e assobiava “O mundo é um moinho” (o nome da canção), meu irmão levantou da cama, olhou profundamente nos olhos dele e soltou:

- Pai, eu entendo que Cartola fica na cabeça, mas no seu caso já está virando uma doença. Quer ouvir Calypso? Logo, logo você esquece!

PS1: Em Cuba é uma série de documentários (10) sobre a reação dos cubanos com as transformações que o país vem sofrendo. Estão sendo exibidos no canal também. Vale a pena!

PS2: E para quem gosta de Os Trapalhões (como os Fenômenos), rola uma sessão de filmes toda segunda, quarta e sexta por lá. Acredita???


Mudando de assunto ...

O Dante finalmente mandou a foto com o presente do Desafio Fenomenal. O cara está em todos os pódios!!! Parabéns, pessoa!

sexta-feira, 7 de março de 2008

Buscas interessantes

Não consigo lembrar de como era a vida antes do bendito Google. Podemos achar qualquer coisa por lá. Mas tem umas coisas que só podem ser brincadeira. Olha só o que algum ser humano buscou no Google e acabou caindo aqui, no Sim, pessoas:


"Como transar de short?"

Hã? Cuma?

Não lembro de rolar um post explicando nada disso por aqui.


Eu, hein!



Mudando de assunto...



Olha o Antônio com a caneca do Desafio Fenomenal...


Valeu, pessoa!

segunda-feira, 3 de março de 2008

A conversão de Suassuna







E sobre a banda Calypso?

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008

Chove chuva, chove sem parar


Nina tentando chegar até o carro da Helen na quinta-feira passada.

Quem mora em Brasília sabe que em se tratando de tempo é tudo oito ou oitenta. Não rola meio termo. Quando chove é pra valer, quando faz calor...Só Jesus na causa! Se a seca estiver matando, já começa a especulação para saber o dia em que vai rolar um diurético lá no céu. Os Fenômenos não são muito de chuva. Por mais que o calor esteja insuportável, a idéia de sair de guarda-chuva na mão não agrada muito. É bafão na certa!

Tudo bem que tem aquele lado romântico de tomar um vinho, asssitir a um filme embaixo da coberta, transar na chuva e blábláblá. Mas voltando ao mundo real...A gente tem que sair pra trabalhar, enfrentar uma aula daquelas e ainda tem que malhar. Sem falar naquela hora que você tem de ir ao banco, fazer compras (e subir com elas), voltar pra casa naquele trânsito infernal. E se tem que pegar ônibus? Ai, Ai! Sofrimento na certa!

Fala sério! A chuva nem sempre vem acompanhada de um belo arco-íris. Eis alguns pontos importantes:


1 – O cabelo.

Deus que me defenda! Os efeitos causados pela chuva num cabelo escovado são inúmeros. As madeixas ficam altas, por cima lisa e por baixo enrolada, as pontas ficam espetadas...Um horror!!! Não há escova, chapinha, pente quente que dê jeito. A mocinha do salão puuuuuuuuuxa com força, o secador queima o couro cabeludo e as orelhas, mas é só você sair do salão...O cabelo começa a ficar rebelde. O rei leão sentiria inveja!

2 – O famoso guarda-chuva

Choveu não tem jeito. Todo mundo tem que tirar os guarda-chuvas e as “belíssimas” sombrinhas do armário. Os modelos dos homens são básicos e enoooormes, mas as mulheres atacam de todo tipo de estampa. Vale florida, xadrez, com a cara da Madonna...um horror! Além da competição para a sombrinha mais “transada”, rola o mico daquela que vira do avesso quando o vento bate e a chuva é torrencial. De preferência na saída do trabalho, quando alguém vai te ver e curtir com a sua cara no dia seguinte.

3 – O trânsito

Choveu é confusão na certa. O tráfego fica lento e o engarrafamento começa. Depois pode procurar que sempre tem uma batida aqui outra ali. E você desesperado tentando chegar em casa, dirigindo por todos, com o peito colado no volante, passando a flanelinha no pára-brisa do carro.

4 – Os pés

Não tem coisa mais irritante do que molhar os pés na chuva. Você sai de casa, de sandália, feliz e saltitante e de repente...Bum! Uma poça bem na sua frente e seu pezinho lindo, de unha feita, está todo molhado e melecado de só Deus sabe o que. Só a leptospirose!

5 – A preguiça

Está chovendo? Ai que preguiça de levantar! Abrir os olhos já é difícil, imagina levantar para malhar?? Sem falar naquela horinha difícil, depois do almoço, quando o sono ataca e você tem que se segurar para não despencar em cima do teclado. Sair para a balada? Só se o programa valer muuuito a pena!

6 – O aspecto molhado

Não importa se você está de capa de chuva ou sombrinha. Você pode ter estacionado o carro dentro do lugar, você sempre sai com cara de umidade. Sabe aquele ar de gente suada, cabelo desgrenhado e roupa grudenta?

7 – A corrida

Tem gente que não sabe correr (e não gosta). Não adianta! Pode fazer tudo, andar rápido, pegar uma bicicleta, patins, mas correr...Jamais. Só que com a chuva não tem muito isso. Por mais que você deteste, por mais que se ache o ser mais desengonçado do planeta, você corre. O que não adianta, afinal, você ainda vai se molhar. E quando você começa a correr e cai? Neeeeeeemmmm!

8 – As malditas “tesourinhas”

Elas sempre alagam em época de chuva. Ainda mais quando são torrenciais. O jeito é fazer de tudo para não precisar passar por nenhuma delas, mas quando não tem jeito, o negócio é já chegar rezando. Ninguém merece ficar com o carro “mergulhado”.

9 – A SKY

Pode não acontecer com todo mundo. Mas em algumas casas a chuva interrompe até a programação da TV. É só começar a cair água lá de cima, as imagens falham, o diálogo fica sem som e de repente....Uma telona azul aparece. “Procurando por sinal do satélite. Por favor aguarde!”. E lá vai a gente, ficar esperando a chuva passar.

Nós listamos 9 pontos. E você? Tem mais algum aí?

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Uma quadra perdida


Estou morando no Plano Piloto já faz um tempo. Claro que a vida mudou bastante, algumas coisas ficaram mais fáceis, a gente está perto de tudo e tals, mas arrumamos um problemão também. Outro dia eu estava tranqüila em casa, conversando no MSN com uns amigos e de repente:
- Seu desgraçado! Você vai me pagar caro por isso.
Pow! Crash!
- Ahhhhhhhhhhhhhhhh!!

Eu saí correndo para a janela. Minha mãe já estava lá. Meu pai xingando a gente de fofoqueira, mas doido para saber o que estava acontecendo. A confusão e a gritaria era tão grande que a gente não conseguia saber de onde vinha e nem entender o que estava acontecendo. De repente vi uma mulher gritando e chutando um carro no estacionamento. O homem dentro do carro só gritava e outras pessoas tentavam segurar a mulher. O prédio inteiro já estava na janela, todo mundo em silêncio. Muitos gritos e pontapés depois, a polícia chega. Só deu pra ver o carro do rapaz seguindo a viatura, que ia na frente com a mulher histérica. Todo mundo logo chegou a conclusão que era rolo de amantes. A galera da portaria danou a contar tudo.

No dia seguinte recebemos um comunicado do síndico. Era um pedido para que os moradores não jogassem lixo pela janela, cuidassem da “higiene” dos animais e vigiassem seus filhos para não cometerem atos de vandalismo no prédio. Pensa? Um bafão atrás do outro.

Semana passada eu já estava nos braços de morpheu, quando acordei com um barulho de carro cantando pneus. Levei um susto, achei que estava dentro do filme “Velozes e Furiosos”, algo assim, mas quando caí na real, percebi que era um carro dando cavalos de pau. Detalhe: a rua é beeeeemmm estreita e tomada de carros, já que não há estacionamento que dê para a quantidade de veículos. Fui até a janela e vi o cidadão sorrindo, puxando o freio de mão e PLAFT! A porta do passageiro abriu e o amigo dele deu de cara em um carro estacionado. O cara ficou lá, desmaiado, enquanto o motorista-inteligente, desceu se acabando de rir.

Mas ontem foi o fim da picada... Estava assistindo ao Oscar quando de repente...Pneus fritando novamente. Saí na janela e vi um Fiat Uno lotado dando os rodopios perigosos com o carro. Eles entraram no estacionamento do prédio e ficaram gritando e rodando. O inevitável aconteceu. Bateram no veículo estacionado, começaram a rir e saíram. O vigia não fez nada. Todo mundo na janela, mas ninguém disse uma palavra. De repente eles voltam. Moram aqui mesmo. Estacionaram no prédio da frente e vieram andando. Sorrindo e falando alto. Meu pai ficou enfurecido e desceu. O “vigia” estava trancado na portaria e disse que não podia fazer nada e que não adiantava chamar a polícia. Eles ainda tiraram onda com a cara do meu pai e de outros senhores que desceram. “Por acaso o senhor está armado?”

O mais engraçado é que vivi 26 anos em Sobradinho, cinco desses anos numa área considerada extremamente perigosa, e NUNCA vi nada parecido. Vizinhos que não se respeitam, garotos que são verdadeiros marginais fazendo o que querem, falta de respeito e de cuidado com o prédio, a gente não poder reclamar... Neeeemmmm!

Fomos atrás do síndico para cobrar alguma atitude. Sabe o que ouvimos?

- Não adianta, seu Paulo! Esses garotos fazem o que querem e os pais não tomam atitude. E nenhum deles tem condições de morar aqui, acredita? São aqueles apartamentos para funcionários do Ministério e nem o condomínio eles pagam. Essa quadra está perdida!

E eu torcendo para que "Onde os fracos não tem vez" levasse o Oscar .... Pensa! Se a moda do filme pega...Aff!



Mudando de assunto...

E não é que o post que fizemos sobre as músicas bregas está rendendo até hoje? É só sucesso! Ainda recebemos comentários por lá. Quer conferir? Clica aqui.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008

E a caneca de cerveja vai para...

Chegamos ao resultado do Desafio Fenomenal II. O tema foi: “Qual a maior roubada que já se meteu por um amigo?" Tivemos que optar pelo que mais se encaixou na linha do blog. Na roubada mais dramática, mais assustadora, mais tosca, mais confusa e que tinha mais a ver com o tema do Sim,pessoas, a amizade.

Então ...



Top – 3 Desafio Fenomenal II – O regresso.

3 – O Safári - Antônio Ximenes. Ele conta uma aventura engraçadíssima sobre uma saída básica com um amigo e a mega biscate. O carro movido a “Amor de Deus”, com uma foto de Santo Antônio pendurada e marcha de siri??? Passamos mal! Pena que deu cinco páginas de word, pessoa!

2 – Roubadas Fenomenais – Dante Accioly . A pessoa é, sem dúvida, um mestre em matéria de se meter em roubadas. Parece com um dos Fenômenos. Incrível! Passar o carnaval no meio de “tinguelings” e sem gostar...Só ele mesmo. Mas qual foi a maior? Eu (Nina) ainda acho que a maior roubada foi ver “a mulher que ama” a caminho da "night" e ele escrevendo pro Sim,pessoas. Hahahahaha

E em primeiro lugar...

A mocinha, a amiga e a pedra de feijão

Duas mulheres se apaixonarem pelo mesmo cara é um tema clássico. Também há as variações: uma nunca emplaca, outra é itaú, sem falar naquelas que não perdem um duplo mortal carpado com qualquer Michael Douglas da vida, mesmo que ele seja o seu grande. Essas fazem um Theron ser Madre Teresa. Conhece alguma assim? Corta da sua lista agora!

Duas amigas. Anos de amizade. Coloque aí uns 10 anos (o que dá uns 3.650 dias, descontando os dias dos anos bissextos), acrescente os momentos todos e isso dá uma história com muitas histórias para contar.

Um rapaz. O moço em questão é primo de uma amiga das duas amigas. Estão acompanhando? Mocinho pôde de lindo, jeito tímido, nossa, ele é uma graça mesmo, poxa estou sem me apaixonar faz tempo e, enfim, uma das amigas se interessou por ele. Sabe uma coisa meio tipo assim paixonite? Assim mesmo.

Passaram-se meses e meses e meses e meses e a mocinha com paixonite suspirando pelos cantos nos encontros da turma. Faltava morrer com engasgo, só suspirava. A outra moça, a amiga da mocinha apaixonada, sempre presente.

Depois de meses e meses e meses e meses (está acompanhando?), a amiga da mocinha estava cheia de graça para o rapaz da história. O rapaz da história cheio de graça para a amiga da mocinha. A mocinha achando que havia algo errado ali. A sua amiga tinha namorado. O rapaz parecia estar interessado era nela (a mocinha) e não nela (a amiga da mocinha cheia de graça e que tinha namorado).

Aniversário da mocinha. Todos presentes. Quem ganhou o primeiro pedaço do bolo? Ele, o rapaz que arrancava suspiros. Das duas, né?! Havia mesmo uma tensão afetiva-emocional-cheia-de-desejo entre os dois. Ela percebeu que existia, mas fingia que não sabia, afinal, toda mocinha é meio lenta. E míope. Até que não havia mais como negar.

O que a mocinha fez? a) Partiu para o ataque? b) Cortou relações com a amiga? c) Contou para a amiga afim de melar a situação (afinal, a amiga ainda não sabia das intenções românticas-passionais da mocinha para com o rapaz)? d) Transformou-se numa psica e, com toda a turma presente, revelou o bafão? e) Ficou quietinha e deixou a amiga aproveitar a pegação forte?

Cinco segundos para pensar...

A mocinha ficou calada. Chorava um pouquinho todo dia, acordava gritando "Nuuuuuunca maaaaaaaaaiiiiiiiiis" no meio da noite, mas achou melhor não falar nada. Homens há aos montes, amigas existem poucas. E amiga igual àquela, uma entre 6 bilhões no mundo inteiro.

Roubada imensa: percebia tudo e não podia fazer nada. E não fez.

Meses e meses e meses e meses depois...

A mocinha teve seu final feliz, encontrou o grande que roubou seu coração. E quase um ano depois...

A amiga da mocinha resolveu contar o seu segredo. A mocinha resolveu contar o seu segredo. E a amiga viu seu mundo desabar ao saber que a mocinha passou meses arrastando bala de canhão. "Por que você não me contou?", a amiga disse indignada. "Porque não há homem no mundo que nos separe", disse a mocinha num sorriso.

A amizade continua firme e forte. A amiga deu as contas para o rapaz e continua feliz com o namorado. O rapaz virou pedra de feijão e mal se tem notícia dele. A mocinha está feliz com o grande. A amiga se chama Laura. O rapaz se chama Luís. E a mocinha sou eu.

Texto de Cássia Pires


Parabéns, pessoas!!! Agora só falta a fotinha com o presente, hein?

sábado, 16 de fevereiro de 2008

O bom relacionamento

Postado por Helen


Todo relacionamento exige cuidados. Não adianta querer que a vida continue do mesmo jeito, de uma forma ou de outra, sua vida muda e muito. As baladas não são as mesmas, as dietas jamais serão feitas. Cinema? Todos os filmes que estão em cartaz. As vezes as ligações de madrugada dos seus amigos deixarão de ser atendidas. Mas aprendi que dá pra conciliar meu namoro com amizades. Não é por que estou com alguém que preciso me fechar no mundo de duas pessoas. É óbvio que não posso dar a mesma atenção que antes, mas não preciso me separar e achar que meu mundo se resume a isto. Eu posso ligar no outro dia pra saber o que aconteceu, não posso?

O bom de chegar aos trinta anos não é só envelhecer, mas aprender que a vida é muito maior do que a gente imagina. Só com experiência é que a gente pode ter a consciência de que tudo tem seu valor e que não vale a pena depositar tudo o que vocÊ tem de bom, toda a sua energia em uma coisa só. Claro que é bom ter alguém ao seu lado, que vá aos almoços de família, que assista ao Fantástico com você, que te dê força quando está mal, mas não imagino minha vida sem meus amigos. É com eles que na hora "H" eu posso contar.

Nós (os Fenômenos) tentamos, tentamos, tentamos e tentamos de novo. Muitas foram as batalhas (e para alguns ainda são), causas perdidas, mas sempre tentamos tirar uma lição de tudo o que vivemos. Mesmo quando a confusão não era comigo, tentava aprender com a experiência dos meus amigos. E acho que consegui. Hoje sei que o melhor é fazer com que a pessoa que escolhemos faça parte do nosso mundo, entenda nosso jeito de ser e aprenda a gostar daqueles que gostamos. Respeitar a diferença e a individualidade um do outro é fundamental. Pode apostar!

Ainda sou adepta ao bom relacionamento. Acredito no amor à moda antiga. Pra mim nada é eterno, mas tem que ser intenso, apaixonante e verdadeiro enquanto durar. Só vivendo, respeitando, indo a luta e acreditando é que se chega lá.

Eu cheguei ...



E vem aí... O resultado do Desafio Fenomenal. Aguardem!


quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Quem entende de sonhos?


Eu tenho uns sonhos interessantes. Cada um mais sem nexo que o outro, mas maioria deles são intrigantes. Sabe quando você acorda sem entender nada? Querendo saber o motivo de fulano estar no seu sonho? E que diabos de lugar é aquele em que você estava? Por aí...

Claro que já ouvi todas aquelas teorias de projeções, vontades, experiências vividas e blábláblá, mas que o trem é esquisito, isso é! Outro dia sonhei que estava na ilha de Lost. Mas não rolava nenhum personagem da série. Não tinha um Jack, Sawyer, Hurley... Nada disso! Os “personagens” eram bem reais. (Nem adianta vocês me perguntarem quem estava lá na ilha, ta? hahahaha). Acordei dando gargalhadas.

Quando o sonho é engraçado, tudo bem, nem esquento. Mas e quando é algo esquisito? Detesto a sensação de acordar depois de um pesadelo. Sabe aquela coisa ruim de ter visto (ou sentido) algo bem feio?? Neeeemmmmm! Já tive alguns que me deixaram impressionada o dia inteiro. Baixei até o dicionário dos sonhos. Não ajudou muito não! Tipo... A mega cobra era traição de alguém próximo e que poderia me trazer frustrações e ... Aff!

E quem sabe explicar a "causa, motivo, razão ou circunstância" acordamos rapidinho quando estamos sonhando com algum pôdi (tipo...grande ou artista) e quando estamos sofrendo, correndo de algum bicho ou bandido, demoramos séculos para acordar?? Tenho uma tia que sempre sonha com perseguição. Cada vez que está fugindo de alguém, ela bate os braços (como se fossem asas) e voa. Minha mãe tem um problema com leões. Vira e mexe acorda arrasada por ter sonhado com o bicho.

Cada uma, né? Mas o bom mesmo foi uma prima que sonhou com o "Giane" várias vezes na mesma semana. O namorado indignado e ela correndo pra dormir logo para ver se sonhava com o gatíssimo. Vai entender!!!!


Mudando de assunto...



"Você trocaria o seu passado, todo o seu passado, por um presente em branco?”




Obrigada, Flor!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

E o tempo que não pára?

Sabe aquela velha história de que o tempo voa? Pois é! Quem disse isso não estava mentindo. Parece que a gente tem que viver com a sensação de que os minutos nunca são suficientes. Parece que devemos escolher o que fazer e administrar constantemente os segundos, porque NUNCA dá tempo de se fazer tudo o que se quer (e precisa). E o pior é que se não escolhermos, acabamos por não fazer nada. Tipo, tempo perdido mesmo.

A conseqüência é ficar estressado mesmo, desapontado. Um pulo para se deprimir ou sair magoando as pessoas. Já ouvi várias explicações para tudo isso. A mais comum é a tal da “tecnologia moderna”. Aquela que o tempo real nos dá a noção de que o tempo passa mais rápido agora do que antigamente. Tá bom! A enxurrada de informações, o ritmo louco de trabalho... Tudo isso é realmente importante e torna nossa vida mais agitada e produtiva, mas... Será que faz bem?

Se a gente não pára e pensa, se a gente não começa realmente a administrar as horas, as reais necessidades e prioridades, acabamos esquecendo que não somos de aço, que o corpo pode não agüentar e que os prazeres da vida estão em coisas bem mais simples (e até mais gostosas). Existe coisa mais chata do que conviver com uma pessoa estressada? Existe sensação pior do que a de saber que magoou alguém querido por não ter tempo para ela? É comum decepcionarmos as pessoas quando vivemos nessa vida infernal de correria.

Nos acostumamos a fazer tudo tão rápido que não nos aprofundamos em nada (ou quase nada). Seja nas relações familiares, amorosas, de trabalho, com vizinhos... Não importa! Não temos tempo e sem tempo, não temos interesse. O que temos da vida (e das pessoas) são migalhas, partes do que poderíamos ter vivido e aproveitado. Mas quem disse que podemos reclamar? Só damos isso também!

Perdemos o presente porque estamos sempre preocupados em alcançar o futuro. Largamos os amigos de lado porque não temos tempo para botar o papo em dia. Precisamos trabalhar, estudar, correr... correr. Quem nunca se sentiu culpado por ter que entrar de atestado no trabalho ou por sair no horário certo (deixando algumas coisas pra resolver no outro dia)? As pessoas estão cada dia mais inseguras e infelizes. Tudo porque não se pode parar.

Passei o carnaval tentando descansar. Quis fazer as coisas com calma, sem atropelos, afinal era feriado, mas quem disse? Tinha que aproveitar os minutos para estudar, colocar a leitura em dia, ver meus amigos, visitar meus parentes, já que durante a semana, o tempo é pouco. Quando dei por mim, já era terça e não tinha feito nem metade do que pretendia. Mas eu ainda aprendo a administrar minhas horas. Agora é uma questão de honra!!!



E vem aí... O resultado do Desafio Fenomenal II. Aguardem!!!


segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Um perfeito caos


Estou tentando atualizar o blog, mas alguns probleminhas estao me deixando irritada...


1 - Meu computador criou vida, revoltou-se e resolveu desaparecer com todos os acentos.

2 - As ideias estao fugindo, correndo leguas (loucas e alucinadas). Nao da nem tempo de anotar no meu bloquinho bambi.

3 - O tempo deu uma de "Forrest Gump" e so Deus pra saber quando para (ou diminui).

4 - A preguica tambem resolveu dar o ar da graca. Nao gosta muito de ficar, mas quando aparece... Deus que me defenda!!


Vou tentar novamente amanha. Quem sabe????

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Desafio Fenomenal II


Ano passado desafiamos nossos leitores com um mega desafio. Cada blogueiro deveria fazer um post seguindo um “roteiro” bem simples. Quase uma novela mexicana. Alguns caíram fora, outros nem se manifestaram, mas uns queridos continuaram na disputa. O resultado foi maravilhoso. Não conseguimos escolher apenas um, e o que era pra ser apenas um post...

O Dante e o Milton arrasaram!!!!

Então... Chegou a hora do segundo desafio fenomenal. As regras continuam as mesmas. Cada blogueiro receberá o tema (dessa vez bem mais divertido) e deverá fazer um post desenvolvendo a história. Basta deixar um comentário (com o endereço de e-mail) dizendo que quer participar e a gente envia o tema e as regras. Vale tudo! Pode contar uma historinha, fazer drama, comédia, desenhos... O tipo de texto depende da criatividade e da intenção de cada um.

Nós (os Fenômenos) iremos analisar todos os textos e escolher 3 (três) para lançar no TOP 3 - Os melhores... E o grande vencedor vai ter o texto publicado, o titulo de blogueiro fenomenal e, de quebra, vai ganhar um presente.

E ai? Quem topa???

segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

É cada uma...





Encontrei aqui.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Mania de MSN

Eu odeio Orkut. Morro de preguiça daquela história de rever amigos da época da escola. Não que eu não goste deles, mas acho isso meio falso. Sem contar que ninguém merece aquela quantidade de declarações de apreço que nem sempre a gente entende. Tipo, o cara nunca falou comigo no segundo grau e agora me manda beijos e diz que me adora? Sei lá! Sou meio psica com algumas coisas. Aquele lance de deixar minha vida exposta também não me agrada de jeito nenhum. Preguiça total!

Com o MSN já é diferente. Já fui viciada. Ligava o computador e entrava, só pra ver quem estava on-line. Parecia coisa de gente carente. Hoje não tenho mais tanta vontade, nem tempo, mas continuo entrando quando posso. Como não vejo mais os Fenômenos com a mesma freqüência, é o único jeito de botar as conversas em dia. Os meus amigos “insus” também só consigo encontrar pela NET, sem contar os meus primos que foram “exportados”. Mas existem ainda aqueles que moram em outros lugares, os "amigos" que raramente falo, e aqueles que adicionei para não ser mal educada. E desses eu corro na maior parte do tempo.

Quando você se torna um expert em matéria de Messenger, acaba aprendendo alguns truques e manobras que as pessoas (e você) usam para ficar on-line e não conversar com todo mundo. Eu sou mestre em “aparecer off-line”. Além de dar uma olhada geral nas pessoas on-line, eu gosto de ser avisada quando acabo de receber um e-mail. Fala que não é legal? Você está fazendo outras coisas, atualizando o blog, e de repente vê que recebeu um e-mail de alguém especial (ou era só um insu curtindo com a sua cara). Os Fenômenos me zoam. Falam que estou aprontando alguma, mas não é nada disso. Tem dias que você não está para conversar com todo mundo, né?

Eu não gosto de já entrar no MSN com status de ausente. Acho meio esquisito. Perguntei para alguns “mestres” e a recebi a seguinte explicação: “É a típica pessoa que quer selecionar com quem vai conversar. Você coloca ausente para que ninguém puxe conversa e chama discretamente os "escolhidos" para o papo”. Falando assim soa meio grosseiro, né? Também achei! Mas não dá pra estar falante todo dia.

Quem entra já “ocupado” é o tipo mais chato. Pensa comigo... Já está ocupado e mesmo assim entrou? E geralmente essas pessoas dão uma mega patada se você aparece só para dar um alô. Só Jesus na causa! Mas os sem-noção mesmo são aqueles que entram com o relógio dizendo “em horário de almoço” ou “volto logo”. É o mais sem nexo. Já que vai sair pra almoçar, não dá para desligar a droga do MSN? Tipo... Eu estou aqui, mas não estou??? E eu achando que era viciada!

Enfim... O jeito é aprender a lidar com as esquisitices dos amigos adicionados e não apelar. Conversas por Messenger podem trazer sérios problemas. Nem sempre a gente entende o que as pessoas querem dizer. Às vezes elas não entendem que a gente está com preguiça de digitar e acabam ficando p. da vida. Sem falar no perigo de conversas alteradas. Já vi amizades seriamente abaladas por causa disso. O MSN na mão de pessoas erradas pode ser uma arma letal. Todo cuidado é pouco!

PS: Antes que haja um bombardeio de coments me xingando... Eu me referi a quem JÁ ENTRA no Messenger com status diferente. Não a quem entra on-line e precisa sair, por exemplo.

domingo, 6 de janeiro de 2008

Só problemão!


Algumas notícias são realmente difíceis de acreditar...

Encontrei aqui...

A britânica Sarah Carmen, 24 anos, que sofre de uma síndrome rara, tem 200 orgasmos por dia, ou seja, um a cada sete minutos.

Em entrevista ao jornal News of the World, ela contou que qualquer coisa a faz chegar ao clímax, como o barulho do trem, ou o som do secador de cabelo.

Durante a entrevista, de 40 minutos, Sarah afirmou ter tido oito orgasmos. Ela sofre da Síndrome de Excitação Sexual Persistente, que leva ao aumento do fluxo sanguíneo para os órgãos sexuais causando excitação por grandes períodos, mesmo sem que haja estímulo sexual.

“Quando começou, aos 19 anos, meu namorado estranhou a quantidade de orgasmo que eu atingia durante a transa”, contou ela. “Muitas vezes queria ter o número
necessário de orgasmos para acalmar-me. Às vezes, queria ter uma vida normal”.

Sarah contou também que dispensa convites para ir a locais públicos com música alta e muita agitação. Ir à bares ou clubes barulhentos está fora de questão porque as vibrações a deixam doida. “Tenho que encontrar bares quietinhos. E eu tenho mais orgasmos quanto mais eu bebo, porque me relaxa, então eu tenho que beber muito pouco agora.”

A situação mais hilária de orgasmo foi enquanto ela respondia a um questionário de pesquisa de mercado. “Eu tive um orgasmos na frente da pesquisadora. Ela
sabia o que estava acontecendo e me olhou estranho. Eu tentei explicar que não podia ajudar, mas eu estava gemendo tanto que tive que sair andando”.

Sarah está fazendo tratamento e segundo os médicos não há uma explicação científica provada para o problema dela. O mais provável é a infecção da região
pélvica que pode estar estimulando os nervos do clitóris.


Pensa numa mulher bruta!


E as moscas embris? Quem merece? uhauahuahuahauhauh

domingo, 23 de dezembro de 2007

Feliz Natal!!!


Boas Festas, pessoas!!!!

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

D. Verônica e a barata corredora

Eu tenho pavor de baratas (e de qualquer inseto). Não é um nojinho, gastura, ou algo parecido, é pânico mesmo. É de família. Todas as minhas tias e primas correm léguas só de ouvir falar. Minha mãe não consegue olhar para aqueles rótulos de inseticida (com aqueles desenhos das bichinhas mortas), veja lá dar de cara com uma barata.

Recebemos na quinta-feira um aviso de dedetização no prédio. Terror e pânico! Dona Verônica resolveu comprar um inseticida, uns pacotes de naftalina, só para se prevenir. Guardou as “armas” e se sentiu preparada. Acontece que minha mãe tem mania de limpeza. É daquelas que refaz a faxina. Não importa se a faxineira passou o dia no “lerê”, ela sempre refaz o trabalho da moça. E sobra pra gente, é claro. No sábado, mamãe resolveu mudar os móveis de lugar. Colocou no som o “The best of Elvis” e me escalou para ajudar. Acho que ela tinha se esquecido da possibilidade de um ser asqueroso resolver nos visitar.

Enquanto eu sofria para organizar as coisas de Tesouro, a mamãe se aventurava nos armários da cozinha. De repente...

- MEU DEUS! MEU DEUS! VALEI-ME, NOSSA SENHORA!!!

Minha mãe esgoelava tão alto que larguei tudo e saí correndo para ver. Já estava esperando ver um braço quebrado, um dedo cortado, quando vi minha mãe parada, com um vidro de “Baygon” na mão e quase chorando. Parei na hora! Imaginei que ela estaria diante da maior inimiga possível. Eu não iria lá nem na bala!

- É o que estou pensando?

- É, minha filha! Ô meu Deus! E agora?

- É grande? Mata, mãe!

- Mataaaaaarrrrrr? Corre que ela esta vindo para cá!

Saímos correndo e fechamos a porta da cozinha. Eu já quis ligar para o meu pai, mas minha mãe não deixou, disse que a gente tinha que se virar sem homens mesmo. Sugeri que ela matasse, mas ela estava petrificada na porta da cozinha. Foi então que bolamos um plano. Eu deveria abrir a porta e minha mãe sairia borrifando o inseticida em cima dela. E foi o que fizemos. Abri a porta e psssssssshhhhhhhh!!!

A barata desapareceu. Eu gritei e mandei minha mãe voltar. Achei que estaria tonta e era só esperar alguns minutos. Minha mãe encucou que o bicho estava voando! Ficou olhando para cima e nem viu que a fulana passou ao seu lado, rente aos pés. Quando eu vi aquele negócio andando em direção ao corredor, subi no sofá e comecei a gritar. Dona Verônica, desesperada, largou o vidro no chão, esbarrou na árvore de natal e saiu correndo, derrubando tudo o que via pela frente. O que ela não percebeu é que estava correndo lado a lado com sua maior inimiga.

Eu tive uma crise de risos ao ver minha mãe correr lado a lado com uma barata. Não conseguia falar, nem respirar de tanto que ri da cena. As duas fugindo, juntas, no corredor de um apartamento. É claro que Dona Verônica entrou no banheiro e TRANCOU a porta, né? Eu fiquei em cima do sofá me contorcendo de tanto rir. Ela gritava, furiosa, querendo saber o motivo de tanta graça, mas eu só consegui explicar quando tive certeza que a barata jazia, com as patas para cima.

Sobrou para mim reorganizar tudo o que ela derrubou. A maioria da árvore de natal estava destruída, o quadro da parede com o vidro quebrado, duas cadeiras no chão. E o cadáver? Ficou em frente ao banheiro até Paulão chegar em casa. Não teve jeito.

Mudando de assunto...


A Cássia nos passou o selinho “Uma Mulher que faz pensar”. Pôdiiii!!! Só orgulho! Devemos indicar cinco mulheres que nos fazem pensar...

Dahi

Cláudia

Iaiá

Malu

Nina

Além do selinho, a Cá nos passou o Meme da Amizade. A gente escolhe alguns amigos (feitos por meio de blogs ou não) e declara a amizade. "Não há selos nem prêmios, apenas a declaração de afeto". Depois a gente visita o blog e avisa da nomeação.

Então...Alouuuuuu, pessoas amigas...

Zethi e Felipe

Cássia

Nina

Mandrey

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

O dia da faxina

Estou na contagem regressiva para o fim de 2007. Inventei de fazer a “limpeza do armário” no fim de semana, já que agora moro em apartamento, e não tenho mais o espaço de antes. O que achei que duraria apenas uma manhã, durou quase um dia inteiro. Eu nunca vi uma pessoa juntar tanta coisa em um ano. E não saber a utilidade da maioria.

O que você puder imaginar, eu tinha guardado. Folhas soltas com anotações de aulas, apostilas enormes de cursinho, cadernos, panfletos de festas, papéis de bala, extratos bancários (já desbotados), blocos de anotações sem espaço para nenhuma palavra, fotos com os Fenômenos, “post-its” que deveriam me lembrar alguma coisa na época, mas que agora não faziam o menor sentido, o livro do “Senhor dos Anéis” no meio dos meus livros de direito administrativo (ou será o contrário?), ticket de cinema, revistinhas de promoções das Lojas Americanas (marcadas com o próximo Box que pretendia comprar), a lista dos “100 livros pra ler antes de morrer”, as apostilas da oficina literária, uns desenhos que só Deus pra saber quem desenhou, e até uma mega cartolina em branco que ganhei numa peça de teatro.

Juro que fiquei impressionada com a quantidade de tralha que juntei e com a bagunça. Respirei fundo e fui jogando fora alguns e organizando outros. Não gosto de me desfazer de certas coisas. Meus blocos de anotações, por exemplo, eu tenho o maior cuidado com eles (mesmo o Vascão falando que são breguérrimos), e não consigo me desfazer de jeito nenhum, nem de coisas que me lembrem pessoas queridas, mas existem certas coisas que devem mesmo ser jogadas fora, afinal, qual será a utilidade depois?

As roupas? Terror e pânico! Sempre penso duas vezes antes de doar a tal da calça jeans. É realmente um conflito! Vai que eu emagreço e elas voltam a me servir? Aham! Não sei de onde saí tão iludida! Sem falar na quantidade de meias “solitárias”. Tenho sérios problemas com meias. Por mais que eu tente, sempre perco um pé. Minha mãe ficava louca antigamente, mas agora não liga mais. Aconselhou-me a comprar pares de meias sem estampas, assim, eu perco uma, mas faço par com outra igual. O mais chato é quando você não sabe onde está ou não sabe o que fazer com aquele que restou. Fala sério! Tem coisa pior do que você procurar por uma peça de roupa, um livro, um DVD, um sapato e não estar lá? Ou quando a sua mãe resolve fazer caridade e doa algumas coisas e acaba mandando um pé da sua sandália favorita, mas deixa o outro lá no mesmo lugar? De que adianta? O jeito vai ser jogar no lixo junto com as tralhas mesmo.

O Tesouro aqui de casa consegue jogar tudo fora sem nem olhar direito pras coisas. Vapt-Vupt! E tudo em apenas um saco de lixo. Eu? Pffff! Impossível gastar apenas um saco. E além da quantidade, ainda acho que posso precisar depois. Fico quase em transe me perguntando se devo ou não me desfazer disso ou daquilo, quando meu irmão tem absoluta certeza de que não quer mais a camiseta com a estampa do “Che” que ganhou da namorada no ano passado. Humpf! É a vida, né? Mas eu consegui, mesmo depois de aguentar o discurso de “você é bisonha!” do meu irmão, e as gozações do meu pai.

Enquanto reorganizava meus livros, encontrei o “Quintana de Bolso” e dando uma (re) olhada por cima...

“Há coisas que a gente não sabe nunca o que fazer

[ com elas…

Uma velhinha sozinha numa gare.

Um sapato preto perdido do seu par: símbolo

Da mais absoluta viuvez.

As recordações das solteironas.

Essas gravatas

De um mau gosto tocante

Que nos dão as velhas tias.

As velhas tias.

Um novo parente que se descobre.

A palavra “quincúcio”.

Esses pensamentos que nos chegam de súbito

[ nas ocasiões mais impróprias.

Um cachorro anônimo que resolve ir seguindo a gente

[ pela madrugada na cidade deserta.

Este poema, este pobre poema

Sem fim...



E por falar em literatura...

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Texto de mulherzinha?


Sim, pessoas! A direção está de volta. Ainda não conseguimos organizar nosso novo template, e já que Tesouro não “reage”, e coloca logo a página diferente, vamos divagando com esse modelito blogspot mesmo. Mas chega de explicações, vamos ao que interessa.

Enquanto o Estagiário Jones tomava conta do blog (aham!), alguns de nossos comentaristas mais assíduos deixou um recado bem interessante. No maior estilo “botando pilha”, o sujeito insu (hahaha) sugeriu que o nosso aprendiz não postasse textos de “mulherzinha”. Sim? Texto de mulherzinha? O que leva o Sim, pessoas a ser uma página de mulherzinha? (Fora o fato de ser composto por três mulheres e dois homens, né? Darrrrrrrrrrrrrrr!)

Ta bom! Vamos tentar entender. Um blog de mulherzinha é aquele pink, com corações explodindo, posts cheios de carinhas, fotos do Brad Pitt, o horóscopo nos favoritos e Fábio Jr. esgoelando “Caça e Caçador” ao fundo? Não! Isso é um blog brega! E, se for assim, o Sim, pessoas não se encaixa no perfil (apesar de já ter rolado umas musiquinhas bregas por aqui). Fala a verdade! O que todo mundo lembra quando nos referimos a “post de mulherzinha”?

Seria um blog cheio de mulheres falando de relacionamentos, contando por quem são apaixonadas, falando sobre o cara que conheceram na balada? Metendo o pau nos homens que sumiram? Sem falar nas lamentações quando o cara dos sonhos deu um mega pezão na bunda? Sim! Sim! Sim! Mas não adianta dizer que só as mulheres tratam de temas considerados “mulherzinha” não!

Existem blogs extremamente “masculinos” que falam exatamente da mesma coisa. E nenhum dos textos é tratado como se fosse da Barbie, ao contrário, são coisas de macho. O auge da putaria! E ninguém reclama. Todo mundo se diverte. Claro! A diferença está na maneira como o texto é tratado. Vai dizer que o cara que escreve sobre a mulher que ele pegou, fez e aconteceu na balada, no fundo, não está falando da mesma coisa que a mulher que conta sobre um cara que ela conheceu, e acabou ficando? É óbvio!

Há uma enoooorme diferença entre a maneira de escrever de cada um. Coisas que os homens tratam, podem ser irrelevantes para as mulheres. E vice-versa. O tema pode ser o mesmo, mas o resultado será completamente diferente. E fala que isso não é bom?

Aproveitamos os dias de folga para colocar a leitura dos nossos blogs favoritos em dia. Foi fácil perceber que alguns blogs de machos tratam de temas “mulherzinha” com grande facilidade e perfeição, e existem outros blogs, totalmente femininos, escritos no maior estilo macho-putaria. Cada um do seu jeito, na sua casa, com seu público. Todos excelentes, fofos e engraçados. Mas com seu rótulo. E todo mundo dá o nome de “mulherzinha” para o das meninas. Não tem jeito!

Na realidade os homens também conseguem escrever assim (e mandar muito bem) e a mulheres conseguem escrever putarias (e mandar melhor ainda hahahaha). Não se sabe se os autores estavam ouvindo a Vanessa da Mata, o Fábio Jr., o Chico Buarque... Não temos como saber se levaram um fora ou se estão revoltados. E não importa! As diferenças estão na maneira como estamos acostumados a ver as coisas e as pessoas. E talvez seja isso que faça um blog interessante.

Quanto aos Fenômenos... Por enquanto ainda não descobrimos o nosso rótulo. Certa vez recebemos um comentário de que as mulheres daqui conseguem ser mais machos do que uns blogueiros que existem por ai. Whatever! O que sabemos é que estamos de volta. Já causando bafões!