sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Jogo da Verdade

Eis o texto do outro vencedor...





Laura deitou o Colt 38 sobre a mesa e o fez girar como um pião. Enquanto a arma rodopiava no tampo de madeira, os olhos bêbados de Alfredo, Marcelo e Joana evitavam fitar o cano longo e prateado. Eles tomavam a segunda garrafa de uísque, quando Laura entrou na sala com o revólver do avô. Foi idéia dela pôr uma bala no tambor e brincar de jogo da verdade usando o velho três-oitão como ponteiro. O Colt 38 terminou de dar voltas, e Laura sentenciou:
– Você responde, Alfredo. A pergunta é simples: você me ama ou não?

O quarteto se conhecia desde a faculdade. Laura e Alfredo haviam ficado juntos algumas vezes. Marcelo e Joana, também. Mas sobre o relacionamento dos quatro pairava uma névoa de incertezas. Alfredo, o mais velho da turma, sorriu e respondeu com a objetividade que lhe era peculiar:
– Amo, Laura. Como nunca amei ninguém.

Ela tomou a arma, girou o tambor, enfiou o cano prateado entre os dentes, esperou um segundo e... Click.
– Acredito em você.

Uma brisa de alívio assanhou-lhe os cabelos castanhos. Laura passou o revólver a Marcelo, que não demorou a corrupiá-lo sobre a mesa. O ferro arranhava a madeira e produzia um ronronar grave e angustiante. O cano descreveu a última volta e apontou insolente para Laura – como para o Norte de uma bússola imaginária. Marcelo esfregou as palmas das mãos antes de perguntar com desembaraço:
– Laura, sei que você sai com o Alfredo de vez em quando. Mas fala a verdade: é de mim que você gosta, não é?


Ela ficou desconcertada. Estalou os polegares e tomou um profundo gole de uísque. Com a voz indisfarçavelmente ríspida, crispou as sobrancelhas grossas e cravou dois olhos de fúria em Marcelo.
– É, seu babaca! É verdade, sim! Mas, que eu saiba, você está ficando com a Joana! E não vou trair minha amiga! Joana, você sabia que esse idiota me chama para sair depois de deixar você em casa?

O mal-estar tomou conta da sala. Marcelo não esperou mais: virou o trabuco contra a própria cabeça e sem delongas apertou o gatilho. O click seco ecoou outra vez. Agitada e confusa, Joana arrancou-lhe a arma das mãos. Rodopiou com força o ponteiro, que – por um desses acasos que parecem só acontecer na ficção – indicou Marcelo.
– É verdade isso? Você sai comigo e liga para ela depois? Mas você disse que queria namorar sério comigo!
– Calma, meu amor. É brincadeira da Laura. Você não sabe que ela inventa umas histórias? Eu penso em namorar você, sim! Baixa esse revólver! Vamos conversar...

Joana meteu o cano debaixo do queixo. Ameaçou atirar. Mas tinha as mãos trêmulas e desistiu. Num espasmo, mirou para a testa de Marcelo. Ele fechou os olhos e esperou que ela pressionasse o gatilho: click de novo. Esboçaram levantar-se da mesa. Acabar de vez com aquela brincadeira estúpida. Estavam bêbados, mas não eram loucos afinal de contas. Foram detidos pela voz de Alfredo, que recolheu o Colt 38 das mãos de Joana.
– Agora é minha vez.

Os outros se entreolharam. Ele conduziu a arma lentamente sobre o tampo da mesa, passando diante de todos os jogadores até fazê-lo apontar para Laura. Soltou um longo suspiro e pronunciou com voz serena:
– Então é assim, Laura? Você fica comigo, mas gosta do Marcelo. Ele gosta de você, mas fica com a Joana. E eu? Você não me leva a sério? Não me ama mesmo?

Ela engoliu a seco. Enxugou o suor embaixo do nariz e sussurrou, sem conseguir evitar o sorriso quase nervoso que lhe fugia dos lábios:
– Amo. Como nunca amei ninguém.

O revólver prateado inebriava os olhos de Alfredo. Ele ergueu as vistas em direção a Laura e sorriu. Girou o tambor do Colt 38 com a ponta dos dedos e disse com a objetividade que lhe era peculiar:
– Não acredito em você.

Lá fora, o estampido do tiro rasgou a noite árida de Brasília.
Blogueiro Fenômeno - Dante Accioly
Blog - Página em Construção

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

Desafio Fenomenal - Os Vencedores


Sim,pessoas! Saiu o resultado do Desafio Fenomenal. Alguns de nossos participantes desistiram no meio do caminho, mas tivemos alguns bravos que encararam a história e mandaram o texto pra gente.

O difícil foi decidir. Escolhemos dois textos como vencedores. São histórias diferentes uma da outra, mas bastante interessantes. Os nossos queridos “blogueiros fenomenais” transformaram uma novelinha mexicana em algo bem gostoso de ler.

Chega de conversa fiada! A seguir um dos textos vencedores (o outro texto virá daqui uns dias, conforme todos os posts publicados aqui):



Alfredo fala, Laura responde, Marcelo e Joana telefonam


Alfredo, 26 anos, 1,90m, 112 Kg, era um gordo em permanente expansão apaixonado por Laura, 24 anos, 1,60m, 48 Kg. Costumava aparecer cheio de mimos para ela, coisas como chocolatinhos, bebidinhas e, agora, na época mais fria do ano, chegou ao ponto de trazer quentão para sua pretendida. Quentão é uma bebida que mistura vinho, cachaça, canela, açúcar e cravo, às vezes noz moscada e casca de laranja ou limão e é irresistível no inverno. Laura sabia que a garrafa térmica trazida por Alfredo tinha a intenção de aquecer-lhe o coração em sua adiposa direção, mas tal consolo só fazia com que ela pensasse com maior ternura em Marcelo, 23 anos, 1,72m, 70 Kg, um jovem meio sem graça que não lhe trazia mimo algum e que costumava aconselhar Alfredo a considerar o efeito benéfico que um regime traria a sua rotunda pessoa. Ocorre é que Marcelo só tem olhos para a loira Joana, 20 anos, 1,68m, 57 Kg, que é ainda mais sem graça do que ele e dá a impressão de que o clímax de sua vida é quando vai à academia malhar seu corpo que, diga-se de passagem, é belíssimo, fazendo com que muitos homens tentem buscar (ou não) sua alma escondida sob tantos alongamentos, pesos levantados, abomináveis abdominais e seios sublimes, aumentados e empinados pelo silicone.

Alfredo acostumou Laura a seus mimos gastronômicos e telefonemas. Os contatos pelo telefone era tão freqüentes e longos que a moça não tinha tempo de falar com outro. Ela revirava os olhos cada vez que o telefone tocava, mas atendia e – notável! – gostava. Não adianta, certas mulheres gostam mesmo de rir e Alfredo era engraçado, soltava de improviso boas piadas e Laura ria e ria do outro lado da linha. Era bom aquilo. Sabemos que os diretores de cinema gordos amam os complexos movimentos de câmara porque caminham pouco e ficam vendo o mundo de cima da grua. Alfredo também não queria deslocar-se muito, cansava facilmente, preferindo “namorar” pelo telefone. A voz de Laura e principalmente sua risada eram importantes para ele, que se achava inadequado e feio para toda aquela perfeição da lauríssima criatura. Apostava em seu espírito, mas, toda vez que tornava-se íntimo e confidente, Laura vinha com o papo sobre Marcelo, aquele antípoda seu: chato, burro e louco por outra.

Muitas vezes os quatro saíam juntos. Iam a festas e tinham a singularidade de parecerem um quarteto assexuado, pois nada era manifesto. As intenções só emergiam em telefonemas e em rápidos encontros pessoais provocados pelas raras idas de Alfredo ao local onde Laura estagiava, por Laura correndo atrás de Marcelo na faculdade, por Marcelo indo à academia procurar Joana, que – surpresa! – deixava-se dar alguns amassos e algo mais quando a endorfina estava alta e misturada com o suor dos finais das manhã, quando saía da academia, mas nunca à noite, quando permanecia em silêncio, ouvindo os amigos, feliz com sua bela aparência e tranqüila com a mente mansa dos animaizinhos mais simples deste mundo de deus. Porém, ela sofria, assim como Marcelo. Joana queria um homem alto, grande e sarado para si; fingia seus orgasmos para aquele esquelético Marcelo e chegava a achar Alfredo mais interessante, apesar deste mal dar-se conta de sua existência silenciosa, incapaz de externar uma opinião sobre aquele Blow-up a que ele submeteu o grupo na semana anterior, fazendo ao final os brilhantes e cômicos comentários que encantaram à Laura que, por sinal, andava engordando sem dar-se conta. Joana observou, ao final do filme que, sem parar de falar – exclusivamente à Laura, mas em voz altíssima -, ele foi à cozinha de sua casa e trouxe de lá a mais bela torta de requeijão com goiabada que vira até hoje. Era puro amor transformado em alimento para Laura. A goiabada escolhera aquele momento para descer pela base de requeijão, como dedos que buscam prazer sobre a pele. Ao ver aquilo, Laura voltou seu olhar encantado de Alfredo para o magrinho Marcelo que, constrangidamente, dirigiu seu olhar à Joana, que observou como Alfredo era triste com toda aquela comilança e devoção à Laura.

Naquela noite, ao chegar em casa, Marcelo telefonou para Laura e disse-lhe que ela e Joana estavam fascinadas pelo gordo, mas ficou literal e longamente boquiaberto ao ouvir uma Laura meio bêbada pelos eflúvios de Alfredo rebater que iria visitá-lo naquele minuto a fim de mostrar sua “fascinação”. “E ponha uma música adequada!”, ordenou.

Neste ínterim, enquanto ia para casa no banco de trás de um táxi, uma Joana sem endorfina permitia a algumas lágrimas descerem em direção a seu sublime colo de silicone. Pegou o celular e ligou para Alfredo, que não atendeu. Ligou novamente e ouviu um alô assustado. “Oi, joaninha do meu jardim, aqui fala teu pulgão. Aconteceu alguma coisa de grave?”. “Não, nada de grave, é só que eu não queria ficar sozinha esta noite”.

E, com efeito, nada de grave ocorreu, apenas o grupo dos quatro tornou-se publicamente sexuado. Alfredo e Marcelo não tornaram-se grandes amigos mas Laura e Joana, sim. Trocavam confidências: Joana não gostava de ser chamada de "minha loirinha limitada" e sentia-se insegura, Laura andava sempre brigando com Marcelo, principalmente após saber de suas idas matinais à academia.
Não foram felizes por muito tempo porque, como vocês podem comprovar, é sempre assim. Mas Laura e Joana ainda são amigas.
Blogueiro Fenômeno - Milton Ribeiro
Blog - Milton Ribeiro

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Tá chegando o dia!!


Dia 17/8 estréia o filme dos Simpsons. No site oficial, além do trailler, rola um tour por Springfield, alguns jogos e ainda dá pra fazer nosso avatar. Eu já fiz de todos os Fenômenos! Hahahahahaha




quarta-feira, 1 de agosto de 2007

A cara (e o jeito) de raiva dos Fenômenos

Existe coisa mais chata do que você saber que um amigo está furioso com você? E quando mesmo assim, você tem que ligar para se explicar ou fazer as pazes? Devido aos anos de convivência, nós já sabemos identificar o grau da raiva de cada um apenas pelo jeito de atender ao telefone, falar no MSN ou pelo cumprimento quando nos encontramos. Sem falar no que sempre fui obrigada a aprender a lidar desde pequena (eu e meus 250 primos “anjinhos”).

Na Família Buscapé sempre rolou um “terror e pânico” quando a gente aprontava (ou apronta) e tínhamos que enfrentar as feras, afinal, as Ribeirinhas (minha mãe e suas graciosas e calmas irmãs) são conhecidas pelo pouco tamanho e pela enorme braveza. Paulão que o diga! Não tem coisa pior pra ele do que quando D. Verônica fecha a cara e a cada: “Tudo bem, querida?” ela vira com um: “Está tudo ótimo! Por quê? Não tinha que estar?” Nossa! O coitado fica amarelo! Eu tinha pavor de quando ela ligava e soltava bem baixinho: “Quando você chegar em casa a gente conversa”. Preferia mil vezes uma mega surra. Deus que me livre! Sem falar na cara fechada, com aquele olhar tipo: “Sua criatura simplória!”.

Com os Fenômenos existem características básicas, aquelas que se você perceber pode sair correndo que lá vem chumbo. O Bruno é o mais fácil de levar. Ele não gosta de confrontos. Se está puto, fecha a cara e some. Isso mesmo! Ele desaparece, entra numa fase de hibernação (sem atender telefone, sem pôr a cara pra fora de casa) e só sai de lá quando a raiva passa. A Helen é definitivamente a mais brava. E não faz a menor cerimônia em deixar claro que está furiosa. Dá uma de que não está se importando, mas é só ligar pra ela que vem uma chuva de monossílabos secos: “Oi!”, “Sim!”, “Não”, “Tá”. Aí, se você perde a paciência, e entra logo no assunto, pode se preparar que vem uma metralhadora cheia de mágoas: “Não! É incrível porque só tenho amigos traíras, porque faço tudo e blá, blá, blá”. Sem falar na famosa frase: “Preguiça de lidar com gente assim!”. Dá medo até de pensar...

A Rogéria raramente fica brava, mas quando fica... pode correr! Uma verdadeira onça, disfarçada naquela pele de calminha. E é daquelas que tira logo tudo a limpo. Quando eu sou a pessoa com raiva, não é muito fácil também não. Além de ter um pouco de todos, acho que sou a mais apelona também (mas vale lembrar que SOU EU a mais sacaneada da galera. Quer fazer gracinha? Quer pregar uma peça? Vamos fazer com a Nina!). Por isso, aproveito que eles estão sabendo que estou com raiva pra exagerar um pouco no drama. Depois dou uma “engatilhada” e solto coisas que até Deus duvida (é o problema de falar muito). Sem falar na cara de “Aham” que, segundo Estagiário Jones, é a pior demonstração de desprezo já vista na face da Terra. Eu acho um exagero! (Hihihihi). Ah! Mas eu sou a que desculpa mais fácil também, ta?

E finalmente ele, o novato que dá mais trabalho do que tudo por aqui, Estagiário Jones. Meu Deus do Céu! Conhecido pela língua felina, Jones, não guarda desaforo e muito menos leva pra casa. Se a gente pisa na bola com ele, já resolve o assunto na hora e sem muita preocupação. O “Oráculo Sobrancelhudo” fecha a cara e pronto! Solta tudo, sempre com ironia. Mas o pobre escuta também! E como escuta! Afinal, lidar com as “chefes” não é coisa muito fácil, não.

Por essas e por outras é que a gente evita ao máximo se estressar por aqui. E quando vê que tem um com cara fechada... É um Deus nos acuda! Mas fala sério! Tem coisa pior do que você ter que encarar uma fera na hora de resolver uma crise? Acho que é por isso que ando tirando de letra uns amigos “Onças” e outros “Insus” que arrumei por aí (Hehehehe). No meu caso, já é coisa de família.

domingo, 29 de julho de 2007

Uma mensagem na madrugada


Sábado os Fenômenos resolveram se reunir no fim da tarde para colocar a conversa em dia. Nos encontramos no "point" de sempre e depois de muitas risadas, comidas (Vascojones e Helennat juntos é um perigo!) e algumas cervas, cada um foi para sua casinha assistir ao jogo de vôlei. Tudo certinho e bem cedinho!!!!

Terminado o jogo resolvi dormir logo, porque tinha intenção de acordar cedo para estudar, afinal estou com alguns conteúdos atrasados. Já estava nos "braços de Morpheu", tendo um daqueles sonhos maravilhosos onde meu "Reinaldo Pitt Damon Assunção Affleck Clooney Jr" (Sim, nos sonhos eu sou beeeeemmm exigente) aparece pra me buscar, e de repente meu celular dispara o toquezinho de mensagem: TAN,TAN,TAN!!

Dei um pulo da cama sem saber onde estava, onde a droga do celular estava. Não conseguia distinguir se o barulho era de chamada ou outra coisa. Mas logo que percebi que era apenas uma mensagem e comecei a xingar. Certeza que era alguém aprontando ou algum amigo bêbado, voltando da night, querendo saber onde eu estava. Se fosse o primo Sem-Noção eu ia mandar para aquele lugar! Olhei no relógio: 2h35. Só podia ser um bebum!!!! Resolvi ler a droga da mensagem:

"Hahahahahaha 105 FM! Agora! Hahahahaha"

Hã? Que diabos eu vou ouvir na 105 FM de madrugada? Olhei o remetente. Só podia ser ele! Meu amigo Insu! Fiquei pensativa por alguns segundos, depois joguei o celular no canto e voltei a dormir. Praguejando, é claro! Afinal, qual a chance de voltar a sonhar com "Reinaldo Pitt Damon Assunção Affleck Clooney Jr"? E de certo eu iria levantar, ligar o som, sintonizar na droga da rádio, ne? Lembro ainda de soltar um: "Espero do fundo do meu coração que você tenha uma ótima explicação para isso, seu Insu!"

Acordei cedo no outro dia e fui ver a mensagem novamente. Não acreditei! Mais tarde quando tive a oportunidade de conversar com a figura, ele me diz que NÃO estava bêbado e que apenas estava voltando pra casa "curtindo" a 105 FM, quando ouviu uma música que tinha no post de músicas do Sim,pessoas, começou a rir (e a cantar, é claro) e lembrou de me falar. E pra piorar, ainda cantou pra mim a música que tocou DEPOIS...

Eu mereço! É isso que acontece quando não se desliga o celular, né?

Quer saber qual a música? Escuta aí!

http://www.goear.com/listen.php?v=8d11fbb

PS: Para aqueles que não sabem, a Rádio 105 FM é conhecida por tocar apenas músicas românticas, sertanejas, trilhas de novelas...enfim.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Top 10 - As séries antigas que todo mundo adorava

Toda história tem um começo. A gente não seria tão viciado em Lost, 24 horas, Prison Break, CSI se não fossem as antigas, aquelas séries que faziam com que tudo fosse novidade, mexiam com os sentimentos e criaram ídolos. Fizemos uma pesquisa para saber quais as melhores séries antigas e foi quase impossível criar uma lista de dez melhores. Rolou de tudo: Dallas, Casal 20, Starsky & Hutch, As Panteras, Super Máquina, Esquadrão Classe A, Miami Vice, Anos Incríveis, Primo Cruzado, Swat. Escolhemos as que mexeram com nossa infância e adolescência. Vale lembrar que não estamos levando em consideração o ano das séries, já que só passaram no Brasil tempos depois da estréia, ou a gente só conseguiu assistir na reprise mesmo.

10 - A Ilha da Fantasia

A Ilha da Fantasia foi unanimidade. Todo mundo citou o seriado e alguns ainda comentaram os melhores episódios. A história se passava numa ilha paradisíaca onde o Senhor Roarke (o anfitrião) supostamente podia realizar as fantasias das pessoas. Embora o mistério entorno da origem do Senhor Roarke fosse evidente em quase todos os episódios, quem chamava a atenção mesmo era seu ajudante, o anãozinho Tattoo. Era só a gente ouvir o toque do sino e a voz do anão (na dublagem, é claro!) que já se amontoava no sofá pra assistir.




9 – Super Vicki

Uma série de comédia e como diz Tesouro, de mulherzinha. Mas a história da andróide que passa a fazer parte da família Lawson agradava. Na maioria dos episódios a robô se metia em encrencas tentando se passar por humana, e o que a gente mais gostava de ver eram os “poderes” dela. Ler um livro inteiro pra escola, só colocando o braço em cima dele? Era um sonho! Mas quem roubava a cena mesmo era a mukissinha ruiva, que era apaixonada por Jamie, o gordinho “irmão” da Vicki. Ô menina feia e chata!




8 – Magnum

A mulherada nem questionou. Tom Selleck era o “pôdi de lindo” da época. Quase um Clooney! Até as menores (como eu) eram apaixonadas por ele. Magnum era investigador particular e responsável pela segurança de uma mansão no Hawai. Vivia tentando aproveitar as regalias da mansão, mas era sempre vigiado pelo Higgins (o responsável pela ordem da casa) e os dois dobermans. Mas como todo bom mocinho...resolvia os casos e ainda pegava geral, mesmo com aqueles shortinhos curtos (torando), tênis e cinto (?), aquele bigode e os óculos Ray Ban.




7 – O Incrível Hulk

A história do Dr. Banner e o monstro gigante em que ele se transforma, era sucesso inquestionável. Uma das Fenômenos (eu) tinha pavor da hora em que o David se transformava em Hulk. Sabe aquela hora em que ele arregala os olhos e as roupas começam a rasgar? Eu saía correndo léguas!!! Mas era legal quando ele acabava com tudo. Sem falar na musiquinha triste que tocava toda vez que o David Banner era obrigado a ir embora, deixando pra trás alguém que conheceu. (Em todos os episódios, ne?). O filme ficou ruim. O melhor na série era o camarada verde com aquele cabelo engraçado. Com computador não teve graça!




6 – A Gata e o Rato

A série que lançou Bruce Willis ao estrelato (anos depois ele seria o policial John McClane em Duro de Matar, que eu já estou doida pra ver o quarto filme!!) contava a história de uma ex-modelo que se viu obrigada a assumir uma agência de detetives. Como sempre, Bruce Willis fazia o tipo largadão, sem “tapas na língua”, cafajeste e vivia em pé de guerra com sua parceira. Além dos excelentes diálogos e do clima romântico que rolava entre os dois, a secretária Agnes era responsável por momentos hilários. E quando arrumaram um namorado pra ela? Casal The Ghost and the Darkness!




5 – Alf – O Eteimoso

Alf era um alienígena que tentava conviver com uma família aqui na Terra. O bicho era maluco, se metia em altas confusões , tentava “almoçar” o gato da casa, mas sempre tinha “algo a ensinar” para os humanos. Sabe aqueles momentos de chorar, comum na maioria dos programas de família? Então!




4 – SOS Malibu

Tudo bem! A votação maior para a série entrar na lista foi dos homens. Não sei que graça tinha em ver aquelas mulheres peitudas correndo com aqueles maiôs asa-deltas, totalmente chuladas...enfim. Mas temos que concordar que a série era até legalzinha. E tinha uns gatinhos também. Agora Pamela Anderson como atriz???? Piada, ne?




3 – Anjos da Lei

A história era simples. Um grupo de policiais jovens que trabalhavam infiltrados entre os adolescentes. Eles se reuniam numa capela na 21 Jump Street (daí o nome da série) e combatiam tráfico de drogas, extorsão, prostituição e assassinatos. Pensa numa série boa! Sem falar que um dos policiais era ninguém menos que Johnny Depp!!! Pôdiiii com louvor!!!




2 – Profissão Perigo

Quem não conhece a série? Impossível não saber de quem estamos falando. O cara era um ex-agente das Forças Especiais e usava do improviso pra se salvar das situações perigosas. Sem chutes e pontapés, só usando a cabeça. McGyver desarmou um míssel com clips de papel e chiclete, impediu um vazamento de ácido com uma barra de chocolate, fez uma bomba com cápsulas de remédio...Sem falar no milagroso canivete suíço! Acho que Jack Bauer é meio baseado no McGyver. Claro que com muuuuuito mais violência!!!




1 – Barrados no Baile

Eles eram adolescentes (apesar das caras de 30 anos), ricos, bobos e insus. Mas a gente gostava! A vida dessa galera riquinha de Beverly Hills foi a campeã na escolha das séries. A Brenda era um porre! Mas ninguém gostou quando a Kelly pegou o Dylan e fez com que a tonta chifruda saísse da série. Enfim, foi o seriado mais curtido pelos Fenômenos (Aloouu! Foi na nossa adolescência) e que fez com que a gente aprendesse a curtir séries. Sem falar que a gente se amarrava nos temas abordados nos episódios, nas roupas e no "pôdi de lindo" do Dylan (o Brendan tinha cara de menino criado por avó! hihihi).

domingo, 22 de julho de 2007

O Desafio Fenomenal


O Sim,pessoas completou um ano de idade em 2007. Muita coisa já rolou por aqui. De bafões a sururu, todo mundo já se divertiu, emocionou, ficou p. da vida e teve suas histórias contadas sem a menor vergonha. Mas outro fato também é importante de ser ressaltado. Conseguimos conquistar um grupo fiel de comentaristas (a grande maioria blogueiros) e fizemos grandes amigos por aqui também. Então resolvemos lançar um desafio especialmente para eles. Qual dos nossos queridos visitantes receberá o título de "Blogueiro Fenomenal"???

O jogo é bem simples. Cada blogueiro receberá o tema (bem mulherzinha, afinal a maioria aqui é mesmo feminina) e deverá fazer um post desenvolvendo a história. Vale tudo! Pode contar uma historinha, fazer drama, comédia, desenhos... Enfim! O tipo de texto depende da criatividade e da intenção de cada um.

Nós (os Fenômenos) iremos analisar todos os textos e escolher 3 (três) para lançar no TOP 3 - Os melhores... E o vencedor receberá o título de "Blogueiro Fenomenal" sendo sempre tratado assim no Sim,pessoas. hehehehe

Já foi dada a largada! Quem será que vai poder tirar onda por aqui, hein? Agora os papéis estão invertidos, enquanto vocês escrevem, a gente é que "desce a lenha nos comentários"! hehehe Estão achando que escrever para os Fenômenos é fácil? Queremos só ver!!
O resultado sai a partir do dia 06 de agosto de 2007.

Boa sorte, pessoas!!!

quinta-feira, 19 de julho de 2007

Anúncios em lugares errados






Fala sério! Não renderiam ótimas legendas?

E agora, José?

ctrl + c do blog da Cinthya
“No país que se mobiliza pra votar no Cristo Redentor como uma das sete maravilhas do mundo (mesmo que três quartos da população ainda escrevam “maravilia”) ou para decidir qual oxigenada-siliconada e futura capa da “playboi” deve ficar ou sair da casa no reality show mais bobo do universo, que busca a segurança pública através de simpatias como vestir branco num determinado dia ou preto em outro, encher o gramado do alvorada de caixõezinhos ou aplaudir o pôr-do-sol, toda vez que alguma coisa séria de verdade aconteceu, ninguém fez nada, ninguém faz nada, ninguém fará nada. E, igualzinho àquele poema de Mayakovsky que todo mundo que votou nesses caras que ora mandam – e eles próprios - achava tão lindo publicar em seus jornaizinhos mimeografados e camisetas mal silkadas na época da faculdade ou do ativismo sindical, "como não dissemos nada, já não podemos dizer nada". Calemos, pois. Ou melhor, já que somos um povo tão simpático, falante e alegre, falemos de outra coisa. E o Pan, hein ? Cê viu só as medalhas ?”

E assim... fica o empurra-empurra danado para identificar os (ir)responsáveis pela tragédia, atitudes enérgicas não são tomadas e o assunto cai no esquecimento (até que venha outro “acidente”). Que Deus abençoe e dê forças para as famílias das vítimas!

terça-feira, 17 de julho de 2007

Que preguiça de esperar!

Eles voltam ainda em 2007...





Scofield e Burrows (os melhores) também…





Mas os Outros…






Só em fevereiro do ano que vem. Que saco!

sexta-feira, 13 de julho de 2007

"Sou feminina e não feminista"

As Fenômenos chegam pra colocar ordem na casa

Em 300 de Esparta a Rainha Gorgo é um personagem forte. Apesar do papel submisso das mulheres naquela época, a moça não fez feio para nenhuma feminista reclamona. Tem hora mais “iewww” no filme do que quando a belíssima rainha confronta o mensageiro e solta um: “Porque somente as espartanas dão a luz a verdadeiros homens”??? Como diria Tesouro..."Ih, tirou grandão!!!" Pois é! A figura da Rainha mostra que é possível ser forte sem perder o que nós mulheres temos de melhor, a feminilidade. Fala muito sério! A mulher enfrentou aquele conselho (dos anciãos, ne?), aconselhou o marido a lutar (mesmo sabendo que o cara não ia voltar), mandou despachar aquele mensageiro idiota, teve que agüentar o insuportável do Theron (e se vingou metendo a faca pra dentro, outro momento “iewww com louvor), se vestia bem, fez um SLES (sexo louco estilo spaaaartan) com o “pôdi de lindo” do Leônidas (vamos combinar que não foi sacrifício), tudo isso por amor. (Snif!)

Sim, pessoas! As mulheres também possuem suas “regras de conduta”, mas nem adianta que não vamos relatar aqui. Não que a gente não saiba, mas não adianta. Nenhuma de nós segue. Muitos podem atribuir ao fato de que as mulheres competem entre si, outros dizem que é porque as mulheres não são tão verdadeiras quando o assunto é amizade, mas o fato é que nós, somos movidas pela emoção e não pela razão. Só as mais chatas, amargas ou sei lá que nome se dá pra essa mulherada, são capazes de levar tudo de maneira fria e reclamona.

Dentro do grupo dos Fenômenos nunca rolou competição. Nunca disputamos namorados (até porque os gostos são COMPLETAMENTE diferentes), amigos, emprego, nada. Já rolou ciúmes entre amigos, mas nada que chegasse ao ponto de um sururu. Mas sempre apoiamos umas as outras (mesmo que a vontade fosse de esganar a pessoa viva). Nós nunca levantamos a bandeira das feministas amargas, aquelas que não podem ouvir uma piada que reclamam, não podem ouvir um comentário do tipo “mulher e volante, perigo constante”, que já dão uma aula de que homens causam mais acidentes no transito, enfim. E aquelas que fazem cara feia quando algum amigo conta que está saindo com duas garotas e ainda não sabe o que fazer? Esse tipo de mulher é muito estressada, e acaba exagerando na dose. Tudo bem se sentir ofendida e rebater, mas não com qualquer bobagem, né? Defender os direitos das mulheres é uma coisa, implicar com piadas é outra completamente diferente.

Mas também não concordamos com aquelas que exageram no quesito “direitos iguais”. O fato de ter conquistado o lugar merecido na sociedade, não quer dizer que tem que passar por cima e assumir o outro lado também. Cada um na sua! Não se pode querer respeito quando não se faz respeitar. Mulher que age como um homem, arrota na mesa, fala palavrão, bebe mais que todos os presentes no bar, não tem um pingo de vaidade, faz barraco, só pode estar de brincadeira na hora de querer que o cara a trate com romantismo. Nem oito nem oitenta, né?

Ser forte, não significa ser um macho. A mulher pode sim ser independente, conquistar seu trabalho, comandar uma casa, estudar, cuidar de si, dos seus amigos, do seu namorado e nem por isso tem que ser chata, amarga, mal cuidada. O fato de ser feminina não quer dizer que tem que ser fútil ou uma “Amélia”. Isso ai vai da escolha de cada uma. É claro que é bom ser paparicada, ter alguém pra fazer carinho, pra cuidar, pra levantar o astral, alguém pra dormir abraçado, mas não há nada de errado em saber o que quer, quando quer e como quer. E mandar pro espaço quando não está mais afim.

Quanto aos homens... Não adianta o cara ler uma cartilha, entrar numa de seguir passo a passo o que um amigo já fez, ou o que alguém disse que funcionava, afinal ninguém está longe de se apaixonar, de gostar, de interessar, muito menos de ter uma noite de sexo animal e pronto. As pessoas são imprevisíveis, os sentimentos podem pegar de surpresa também. Se proibir de viver, de se entregar, de gostar, é um boicote sério, mas não é porque a mulher vale a pena ou não. Não tem como ter certeza de tudo o tempo todo. Dizer que uma mulher decidida (que só quer um sexo casual mesmo) é “vagaba” é meio contraditório, já que o que muitos procuram é só isso mesmo. Difícil é entender homens que reclamam que as mulheres não levam as coisas numa boa, mas não aceitam quando elas passam a levar. Enfim...

Nada de guerra de sexos. O que importa é a parte em que um completa o outro. Com respeito, admiração e pronto. Pra que levantar bandeira de que homens não prestam? Pra que insistir que as mulheres de hoje estão mais “safadas”? Pra que criar intrigas com a idéia de que as mulheres amadurecem mais rápido (hihihi)? O que importa é que na hora do “vamo vê” essas diferenças, guerrinhas inúteis, códigos esquecidos (sim, porque se rola sentimento, já era qualquer código de conduta), não fazem a menor diferença. Bem melhor resolver a “guerra” de outro jeito (se é que vocês nos entendem).

Estamos com a mãe de um amigo que sabiamente diz: “Sou feminina e não feminista. Não sou contra os homens. Sou a favor das mulheres. Quero os homens comigo”. Disse tuuuuuudo, tia!!!!

terça-feira, 10 de julho de 2007

Na fronteira com a Bósnia e o código do "B da 8"

Certa vez, assistindo Jurassic Park, me deparei com o seguinte raciocínio: 'Deus cria os Dinossauros. Deus cria o homem. Os dinossauros são extintos. O homem herda a Terra. O homem recria o dinossauro. O Dinossauro extingue o homem. A mulher herda a terra!'
Porque estou dizendo isso? Porque pelo o que estamos vendo no mundo, só vai ter mulher no futuro. Elas estão mandando e conquistando nosso espaço muito rápido! Onde estão nossos valores masculinos?


Mulher no tanque e na cozinha? NEVER!! Elas querem nosso lugar. Querem MIJAR na parede! Mandar em casa e no trabalho! (No meu mesmo, todos os cargos são delas). Já não basta nossas “velhas” enchendo o saco, já não basta a gente assistir o treinamento de SWAT-NINJA-SPARTAN que nossas mães ministram pras nossas irmãs (criaturas deploráveis! Só quem tem sabe), ainda temos que ser humilhados no trabalho. E você vai ficar parado assistindo a tudo isso? Vai assistir o advento da era feminina? Ouvi de um amigo dia desses: "A mulher me usou e jogou fora. Me sinto um vibrador gigante!"

UM absurdo! Os papéis se invertendo. Meu irmão Jiraya certa vez saiu com uma amiga apenas para ter uma noite agradável, um bom vinho, sem quaisquer pensamentos jocosos e sacanas (Aham!) e quando ele a indagou para onde iria, ela, de posse do volante, mandou:
- Eu queria conversar com você em um lugar mais aconchegante, mais nosso, mais privado. Que tal um motel?
- Que isso? M-m-me leve para casa! Pensou Jiraya.

E para evitar tamanha invertida de papéis, inventamos o código da verdade de conduta do ser macho da “homossolecência”. O código de conduta do “B da 8”. Isso para evitar a “pau-molecência” que nos aflige. E, também, para identificarmos quais membros da rua estão agindo em desacordo. O código consiste nos seguintes pensamentos:

Artigo 1°- Quem dispensa os outros é o exército.
No “B da 8” não há salvação. Hay que se pegar!

Artigo 2°- É melhor comer doce de leite com os amigos do que merda sozinho.
Se aquela gata “vagaba” que você está pegando, também pega um amigo seu, relaxa e goza, ou melhor, come.
Artigo 3°- Nunca deixe a mulher andar na sua frente de mãos dadas.
Na verdade ela está te tratando como um cachorrinho.

Artigo 4° - Ela nunca mexerá em seu celular.
Lembre-a de que quem procura acha.

Artigo 5° - Jogue futebol
Pode ser até uma madrugada jogando “Winning Eleven”, mas reitere que o futebol é sagrado e não enche nosso saco.

Artigo 6° - Mesmo ela estando certa, conteste-a.
Discorde antes para concordar depois. E continue olhando para frente com cara de pouco caso. Se possível, já mude de assunto. De preferência para Fórmula 1.

Artigo 7°- Jamais fale miando ao telefone
FALTA GRAVE! Sua mulher não gosta de homem? Então FALE QUE NEM HOMEM!

Artigo 8 °- No “B da 8” os homens não dançam, deslizam.
Seja um pé-de-valsa. Ataque de todos os ritmos. Do forró ao trance.

Artigo 9°- Nunca deixe de ver mulher pelada (playboy, internet)
É nosso instinto. E pague sapo se ela receber e-mail do Brad Pitt nu.

Artigo10° - Não importa o grau de relacionamento. Sentiu? És CORNO! Mas JAMAIS FIQUE NA MÉSNIA* NA FRENTE DELA!
Caso aviste uma ex-peguete, namorada, rolo, amizade colorida,com outro, não demonstre estar sofrendo. Caso contrário, está configurado o atestado de corno. Muito menos na frente dela.

Certa vez Fulano conheceu uma menina em seu trabalho e percebeu que ela (que só pode ser cega) estava dando mole. Fulano, atendendo ao Artigo 1°, não dispensou e pegou a moça. Algum tempo depois descobriu que a garota tinha namorado (o que o tornava amante) e ficou dando assistência conforme o artigo 2º do código do “B da 08”.
Mais tarde, a cega caiu na real e dispensou Fufu, voltando a ficar apenas com o namorado. Foi então que Fufu veio ao Oráculo Sobrancelhudo do “B da 8” para respostas:
- Porra, véi! A guria me largou.
- Então você é corno!
- Sou PORRA! O namorado era o corno.
- Foi você quem sentiu. Logo, é o corno! O cara nem sabia que tava levando galha. E lembre-se,
Fufu...
- Já sei, já sei! NÃO IMPORTA O GRAU DE RELACIONAMENTO. Se eu senti, eu é que sou o corno. Pior é que eu estou na MÉSNIA agora!

*Mésnia – País do Leste Europeu que faz fronteira com a Bósnia.

Ps1: Fulano ameaçou processo por uso indevido de seu nome. É um corno mesmo!
Ps2: Helen, meu amor, minha “bizubizuza”. Por você eu rasgo esse código.

domingo, 8 de julho de 2007

"Eu poderia estar abduzindo..."

E não é que a galera deu mesmo o dinheiro? Só o motorista e o cobrador sabiam da encenação. O mais legal é que ele veio de outro planeta e isso parece ser perfeitamente normal.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Casamento. Presente de Grego

Texto de Estagiário Jones
Passar em concurso é tudo! E é legal também quando um amigo passa. A gente vibra demais com essas conquistas. Agora quando um de nossos amigos passa, mas tem que se mudar pra longe... A gente sente. Um "brother", Piu-Piu, foi aprovado em um concurso em Maceió. Praia! Ficar em apê em frente ao mar, não pagar hotel. Bom demais! Esperei até a figura estar estabelecida há mais de dois anos na terra de “PC Farias”, e fui visitá-lo juntamente com meu irmão Jiraya, Neneco I e Neneco II.

Depois de ficar a madrugada toda tentando comprar as passagens pela promoção da GOL, desembarcamos nas Alagoas. Nosso amigo, Piu-Piu, estava em êxtase com a visita de seus comparsas do “B da 08”. Íamos acabar com tudo! Piu-Piu acabara de terminar um relacionamento com uma nativa e estava naquela fase “ferrugem” (Aonde triscava comia tudo). Foi uma semana em que nos divertimos bastante. Conhecemos muitas amigas dele. Meninas que falam com aquele sotaque de “Tereza Collor” e andam de mini-saia.Tava uma pegação só e o Piu-Piu se pegava com uma gata de parar o trânsito.

Em uma noite num bar chique da cidade, notei que Piu-Piu estava ressabiado. Todos estavam à mesa conversando, quando de repente surge do nada a ex do cara. Mukissérima perto da outra. Mas estava acompanhada de um rapaz (também nativo). Garotão do peito largo, de boné e camisa regata. Isso deixou Piu-Piu doido. Ela mostrava que estava feliz demais. Quem é que se atrevia a "mexer nas gavetas dele"? Piu-Piu saiu do boteco, arrasado e foi curtir a fossa ouvindo Bruno & Marrone. Acabou a farra! Fomos embora com ele e depois de dois dias, viemos pra casa.

Três meses depois, encontro com ele no MSN. Piu-Piu desejava ter uma conversa com vídeo. Abro a janela e tenho uma visão de um dedo com uma aliança enorme. Ele emendou:
-Vou casar, Cabeção!!
-Casar contra quem?! Perguntei.
-Com a nativa! Eu a amoooo!

Filha da Puta!! Ia acabar com nosso sonho de verão. Nosso esquema de solteiro. Depois de espalhar a notícia e falar mal dele bastante, pegamos o avião e fomos pra porra do casamento. Estávamos em Maceió novamente. Mas dessa vez não havia alegria. Iríamos presenciar o enforcamento de um dos nossos. Um guerreiro! Mas não precisava casar com aquele canhão! Descemos do avião já tocando o terror. Gugu, O vitinho, desceu bêbado do avião chamando o comissário de garçom. E Piu-Piu vendo os bafões foi logo dizendo:
- Aí cambada! Nada de festa, nada de putaria. Não vai ter despedida de solteiro e depois gente sai pra tomar umas.

Só o vimos uma vez! A nativa é filha única de uma família rica e influente na cidade. Ganhou um apê imenso de frente ao mar e sobrou para o Piu-Piu mobiliar a casa. Gastou uma grana pra tirar onda de ricaço também. Enfim... No fatídico dia liguei pro otário uma hora antes do evento. Perguntei:
- E aê ? Vai casar mesmo? O que se passa na sua cabeça grande?
- Pô, nem sei! Estou confuso! Retrucou com a voz embargada.
- Sério? Então, vamos embora! Foge dessa louca! VAMOS PRUM PUTEIRO E ESQUECE ESSA PORRA!
- Agora já é tarde!

Era o fim! O casamento ocorreu naquela frescuragem total. A nativa casou com as fotos das amigas encalhadas espalhadas na calda do vestido. Piu-Piu só tirou foto com padrinhos e amigos da NOIVA. Chegando à festa chique, já fomos bem recebidos:
- Chegaram os GOIANOS amigos do noivo! Disse uma tia velha da nativa.
- Minha Senhora, GOIANO é a puta que te pariu! Respondi educadamente.

A festa não desenrolava. Mais parecia uma festa de graduação da Academia de Letras. Só velho bebendo uísque do bom e música de consultório dentário. O Piu-Piu veio nos dizer que estávamos um lixo, porque ninguém tirou o terno na festa e só os amigos mulambos dele estavam daquele jeito. Ficamos putos com o comentário e decidimos agir. Gugu ,o vitinho, enfiou a língua dentro da orelha de uma prima da nativa, engatamos um trenzinho no meio do salão, Neneco I começou a dançar funk com a mão nos quadris, Neneco II se embebedava e queria pegar a noiva no colo, e eu tentava consolar a mãe de Piu-Piu que se acabava de chorar. Deprimente!

A mesa da noiva, com seus parentes, era no andar de cima, enquanto a mesa do noivo, com seus amigos “goianos”, era ao lado da cozinha. Ao tentarmos consumir algo mais exótico, sempre nos era dito que o prato referido era só pra mesa da noiva. OH SHIT! Tiramos a camisa de dentro da calça, subimos no palco, Neneco II derrubou o baixista, Gugu, o vitinho, estava desmaiado sobre a mesa sem a parte de cima e uma nativa o indagou:
-Ô xente, Victor! Você não veio de BLAZER?
Ele respondeu completamente embri:
-Não! Eu vim de táxi mesmo.

Piu-Piu no outro dia não nos ligou. Partiu em sua lua-de-mel com a nativa das Alagoas. Nós ainda fizemos a mudança dos móveis dele. Semana que vem ele vem nos visitar. Desta vez sem o “jagunção” que ele casou. Mas sempre com o GPS no bolso. Às onze e meia ele tem que atender ao telefone lá na residência de sua mãe. Ele só pode ir a minha casa com o sobrinho. Definitivamente é o fim.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Rotina

Toda semana a mesma coisa. Estar na ativa ainda de madrugada, agüentar os ataques de crianças enfurecidas dentro de uma piscina, ouvir histórias e se emocionar com os idosos que aprenderam a importância do exercício físico (e não matam uma aula de hidroginástica. Faça chuva ou sol), voltar pra casa correndo na hora do almoço, engolir a comida e encarar uma biblioteca cheia de estudantes bitolados. No outro dia inverte. Estudos de manhã e outra academia no período da tarde. Sem falar nos dias e horários certos que tenho pra malhar e ainda servir de “personal trainer” para alguns alunos, meus queridos amigos Fenômenos (abusados) e meu namorado. Assim a semana vai passando e eu vou rezando para o fim de semana chegar logo.

A rotina é algo que muitas vezes incomoda, faz com que a gente tenha vontade de sumir, de chorar, de gritar, mas é algo com que nos acostumamos a viver e nos tornamos dependentes dela. Não sou do tipo que gosta de mesmice. Enjôo fácil, fico entediada, mas aprendi a me acostumar a manter uma rotina. Pelo menos fui obrigada. Não é fácil trabalhar em duas academias, morar na Sá, sobreviver numa casa com mãe, irmão, cunhada e sobrinha, ser personal (e ficar no pé de alguns alunos), ser amiga dos Fenômenos (o que exige demaaaais, afinal é bafão atrás de bafão), cuidar de namorado, estudar e ainda me divertir.

Claro que não concordo em acomodar, seguir sempre o mesmo ritmo, fazer sempre as mesmas coisas. Só estou dizendo que pequenas rotinas se tornam necessárias para que a semana não seja um caos, e que talvez essa seqüência (já esperada) de acontecimentos seja algo para nos tornar mais confortáveis. Mas é claro que tem dias que dá vontade de jogar tudo pro alto e berrar. Querer fazer tudo diferente. Mas logo passa, e já estou de volta, assumindo meu ritmo, minhas responsabilidades.

Talvez por tudo isso fico doidinha quando chega o fim de semana. Procuro ao máximo fazer as coisas fora dos meus horários do dia-a-dia, esqueço os problemas que tenho que resolver na segunda-feira e me dedico ao que eu gosto de fazer. Não é porque preciso de um ritmo certo para a semana fluir que não posso querer variar. Só de saber que a sexta-feira está próxima e vou poder tomar uma cervejinha, conversar com meus amigos (se forem os Fenômenos é certeza que vai rolar um bafão), comer num lugar legal e namorar....já ajuda a enfrentar qualquer batidão.

Mas todo esse equilíbrio só dura até ouvir aquela musiquinha maldita do Fantástico, anunciando que o domingo já acabou, e que quando eu levantar da cama, já vai ser pra começar tudo de novo.

PS: Não, pessoas! Dessa vez o texto não foi da Nina. Hoje minha amiga ficou só na colaboração.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

segunda-feira, 25 de junho de 2007

A fogueira das lamentações e o "McGaroto"

Sábado, 23 de junho. Um frio siberiano em Sobracity. Festa junina da Família Buscapé. Homens contando piadas de um lado, mulheres fofocando de outro, crianças enfurecidas soltando bombinhas por todos os lados. Eu (ainda me recuperando da comemoração do aniversário de “El Insu”) resolvo me juntar a uma prima casada e seu filho, de 08 anos, que estão sentados diante da fogueira.

Eu: Oi rapazinho! Não me lembro de você ter falado com a titia hoje!

(Um duplo mortal carpado em direção ao meu colo)

Garoto: Oi McTia! Você está McLinda hoje! (beijo molhado no rosto).

Eu: ??????

(Cara de interrogação para a mãe da criança)

Prima Casada: Eu não sei de onde esse menino aprendeu isso. Agora coloca o “Mc” em todas as frases. Parece que tudo agora é um McLanche Feliz!

(Hum! Resolvi dar corda)

Eu: Obrigada, McGatinho! Cansou de brincar com seus McPrimos?

McGaroto : Não! Estou só dando uma McDescansada.

(Se esparrama no meu colo e começa a mexer no meu cabelo)


Juntam-se a nós a prima solteirona e a prima separada:

Solteirona: E aí? Está com uma cara de bunda hoje!!! O que houve?

Eu: Humpf! Exagerei ontem no níver de um amigo. Mas e você? Está com a pele que é uma beleza, hein? (risos)

Solteirona: Deu pra perceber? (risos sem graça) Mas não vai render muito não.

Casada: Por quê? Você não gostou?

(Santa ilusão!)

Separada: Eu não lembro quando foi a última vez que gostei! (risos)

Solteirona: Até que ele é bonzinho. Mas veio com aquela história de “amizade”. Sabe como é?

Eu: Ih, sei demais! Virou moda agora, né? Você sai com o cara e não tem nada com ele. Não dá nem pra se empolgar!

Casada: Como assim? Você sai, se diverte, faz tudo como se fosse um casal, mas na verdade não tem nada?

(Por onde anda essa criatura? Marte?)

Eu: Sim, Sim. Daí pra pior!!
Separada: Onde arrumo um desses? (risada descontrolada de quem não “dá uma” há séculos)

(Todas se calam e olham pra ter certeza que o McGaroto está dormindo)

Eu: Mas... E aí? O que você disse pra ele? Vai levar adiante? Pelo amor de Deus, não vá virar uma repolha!!

Solteirona: Eu disse que estou procurando é inimigos agora. Já tenho amigos e parentes demais. Muita gente pra segurar minha onda!! (risos)

Eu: Acho que fez o certo! Depois a gente que se lasca! Se bem que às vezes a mulher não se empolga mesmo. Mas isso cansa! Ninguém merece tanta “amizade”!

Casada: Eu acho tudo isso um absurdo! As pessoas parecem não dar mais valor em relacionamentos. Que horror!

Separada: Aí...Eu encaro! A última coisa que preciso é de um cara grudado no meu pé. Homem é chato demais, gente!

Solteirona: Pode ser! Mas eu cansei!(suspiros)

Eu: Nem me fale! Preguiça disso!!!

(A criatura deitada no meu colo, arregala os olhos, levanta e coloca as mãos no meu rosto)

McGaroto – "McTia", você não namora porque só escolhe o "McMoço" errado. Eu ia querer ser seu "McNamorado". Você é um "McSonho"!


(Cri, cri, cri)

E o McDon Juan sai pulando atrás das bombinhas.

quinta-feira, 21 de junho de 2007

Bichinho estúpido, né?

Qualquer semelhança...



terça-feira, 19 de junho de 2007

Top 7- Os melhores filmes com cenas (e tramas) quentes


Sim,pessoas! As mulheres também gostam de filmes com cenas tórridas, mas ao contrário dos homens, a história tem que ter um tom de romance, de drama, de vida real. Não adianta ser apenas um vuco-vuco e pronto. Tem que rolar umas lágrimas, uma loucura, um trambique, uma conspiração, uma paixão arrebatadora, um amor não correspondido, uma traiçãozinha. Fizemos uma lista dos sete filmes que mais gostamos (independente da crítica) e que mais deram trabalho pra assistir também. Afinal, alguns são da época da nossa adolescência e tínhamos que ver escondido dos nossos pais.

7 – A Lagoa Azul – A história dos garotos que sobrevivem de um naufrágio e se apaixonam é romântica, boazinha, apesar de ser meio cansativa. É claro que a menina se apaixonou pelo menino. Não tinha outro cara por lá, ué! Mas enfim... Era um filme que os pais dos Fenômenos não deixavam assistir e por isso quando a gente conseguiu ver o Richard de tanguinha e o climão rolando, a gente se apaixonou logo de cara. Hihihihi

6 – Ligações Perigosas – Para quem não lembra, o filme é tramas e sedução do início ao fim. Por isso ninguém pôde assistir até que um irmão de uma das Fenômenos alugou e a gente pegou escondido para assistir na casa do Amigo de todas as horas. A história da Marquesa de Merteuil (Glenn Close) que pede ao ex- amante (John Malckovich) que “pegue” a futura esposa (virgem) do ex-marido (Uma Thurman) e o tal do ex-amante querendo “pegar” uma mulher casada e recatada (Michelle Pfeiffer), é de enlouquecer qualquer adolescente.

5- Atração Fatal – PROIBIDÍSSIMO!!! Nenhum de nós podia ver a louca da Glenn Close (fala que ela não tem cara de maluca?) infernizar a vida do taradão Michael Douglas. Uma das Fenômenos quase teve um troço quando estava assistindo TV com a avó e naquele muda, muda de canal, foi parar logo na cena em que o “Charmosão” (?) está transando com a louca em cima da pia. O desespero da Fenômeno diante da perplexidade da vovó foi tão grande, que o jeito foi desligar a televisão e jogar o controle no chão, na tentativa de simular um acidente.

4 – Closer – o filme não é antigo como os outros e os Fenômenos assistiram no cinema mesmo. Está na lista porque traz o retrato da relação de homens e mulheres de hoje. Chega a ser assustador ver que a disputa pelo amor (e a forma como o usam como desculpa para as ações) acaba se confundindo com poder e dominação. No final das contas cada um só se preocupa com o próprio bem-estar. E as cenas? Ah! As cenas também são boas. (hehehe)

3 – Instinto Selvagem – Michael Douglas (o tarado), se envolve com Sharon Biscate Stone – a suspeita de um assassinato. Alugamos o filme junto com um de comédia romântica. Na hora de levar pra casa onde iríamos assistir, trocamos as caixas. A mãe da Fenômeno nem percebeu que ao invés de assistirmos a comédia, estávamos perplexas era com a Sharon Stone fazendo e acontecendo (tudo isso com o volume no mínimo). Ficamos perplexas! Agora alguém pode me dizer por que o Michael Douglas é o pegador? Seria a mesma coisa que explicar por que o José Mayer é o Fenômeno das novelas, ne? Deixa pra lá! O filme é tórrido, escrachado, mas marcou época. E ponto.

2 – Infidelidade – PELO AMOR DE DEUS! O que é Richard Gere com cara de cachorro abandonado? Enfim, é um filme sobre a infidelidade feminina e mesmo a gente não conseguindo entender muito bem como alguém pode trair Richard Gere (hihihi), ficamos instigados com o desenrolar da história. O que poderia destruir o casamento, acaba unindo o casal ainda mais. Sim, O MARIDO MATA O AMANTE NO FINAL!!! E as cenas quentes????? Tem pra todos os gostos...é mandando ver no cinema, no bar, na biblioteca...Aff! O melhor foi uma das Fenômenos que foi assistir no cinema com um namorado (hoje ex-namorado) e o cara sumiu uma semana por que ela gostou do filme. Tipo, ficou imaginando que ela faria o mesmo. (hahahahahaha)

1 – 9 ½ Semanas de Amor - Não interessa se a crítica gostou, se foi indicado pra Framboesa, Amora ou sei lá o quê de Ouro. É disparado o melhor filme de vuco-vuco na opinião dos Fenômenos. Para conseguir assistir tivemos que preparar o terreno com uma semana de antecedência. Sabíamos exatamente o dia em que a mãe de uma das Fenômenos estaria trabalhando e os irmãos viajando. Fomos ao delírio com o filme! O cara enlouqueceu a personagem da Kim Basinger e a gente também. Como assim? Sem falar que Mickey Rourke ainda era “podi” de lindo! Agora o cara virou um monstro por causa das bombas e do boxe, mas naquela época....Aff! Um verdadeiro sonho de Grande.

sábado, 16 de junho de 2007

O vídeo da semana

Os três amigos que “acabaram com tudo” na entrada ao vivo do Paulo Renato Soares no Jornal Nacional.




Além de conseguir arrancar o sorriso da Sandra Annenberg, ainda fizeram um vídeo de bastidores e lançaram no Youtube.